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Informações úteis aos Docentes da UFSC

UFSC divulga resultado de transferências e retornos com matrícula online de 12 a 19 de dezembro
Publicado em 7 de dezembro de 2016

O Departamento de Administração Escolar (DAE) da UFSC divulgou o Edita nº 37 com o resultado das transferências e retornos para o primeiro semestre de 2017.
A matrícula é obrigatória para a consumação do processo de transferência ou retorno, e deverá ser requerida online pela internet, mediante senha individual criada no site www.dae.ufsc.br acesso “Aluno” desde que o estudante tenha um e-mail registrado. Deverá ser feita no período de 12 a 19 de dezembro de 2016 ou nos períodos de ajustes de matrícula subsequentes conforme publicado no calendário de 2017, se for o caso ou se houver necessidade de orientação sobre as disciplinas a serem cursadas, impreterivelmente, sob pena da perda da vaga e substituição pelo candidato de classificação imediata e subsequente da lista de classificação.
Mais informações no Edital.
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Avaliação institucional de professores e disciplinas pelos alunos de graduação
Publicado em 7 de dezembro de 2016

cpa_01-01Todo estudante de graduação da UFSC (presencial e EaD) será convidado, a partir do dia 28 de novembro, a responder ao questionário de avaliação institucional e de curso – este abrange as disciplinas que realizou no segundo semestre de 2016 e os professores que as ministraram.

Os alunos não serão identificados, pois uma das principais regras da consulta é o sigilo. O anonimato evita qualquer tipo de constrangimento e o estudante tem liberdade para indicar os pontos que julgar necessários. Um maior número de participantes traçará mais fielmente a situação do curso e os problemas a serem resolvidos.

Os questionários devem ser respondidos pelo sistema Collecta. O acesso é pelo IdUFSC, na página de Autenticação. O convite aparecerá nesse endereço até março de 2017. As questões foram revisadas e, na próxima consulta, se apresentarão de maneira mais condensada e amigável, com espaços para manifestação

Na parte que avalia disciplina e docente, o aluno irá responder a 70 questões – considerando que participou de cinco disciplinas no semestre – e às relacionadas à instituição, sete, totalizando 77. Os estudantes devem atribuir nota de 1 a 5 para cada questão. Pode parecer um número elevado à primeira vista, porém o tempo demandado para toda a avaliação é de aproximadamente 10 minutos. E se preferir, existe a possibilidade de fazê-la de forma parcial.

TAEs, professores e gestores são os próximos a participar

Em 20 de dezembro de 2016, a consulta será aberta aos servidores técnico-administrativos em Educação (TAEs), professores e gestores, os quais também precisam se conscientizar sobre a importância da participação, sendo os TAEs o segmento que tem apresentado menor retorno.

Ambas as consultas não têm data prevista de encerramento, estimada para final de fevereiro e início de março.

Comissão Própria de Avaliação da UFSC

Os trabalhos que envolvem os processos internos de avaliação na UFSC são desenvolvidos pela Comissão Própria de Avaliação (CPA), órgão colegiado permanente instituído por lei, composto por dez integrantes da comunidade universitária e dois da externa, sendo presidida atualmente por Sérgio Luiz Ferreira. Na busca por melhor qualidade no ensino, as CPAs foram criadas pelo Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior (Sinaes) em 2004.

Oportunidade de ser ouvido

“O estudante não se dá conta da força e da importância que tem no processo de avaliação da instituição.” “É uma questão de cultura”, ressalta Sérgio. Antes de ingressar em uma universidade, o aluno tem “a ideia de que somente ele é avaliado”; e “não se sente, muitas vezes, ator desse processo”.

A avaliação é o único instrumento legal e institucional que dá voz ao estudante que busca melhorias no curso. Por desconhecimento, reclamações do tipo são registradas na Ouvidoria da UFSC, que não é o canal correto, pois não terá uma atuação tão efetiva na resolução do problema quanto a da avaliação, respaldada pela comissão do MEC.

A primeira avaliação de curso pela CPA foi realizada no primeiro semestre de 2015. As solicitações às chefias estão sendo feitas, e, com mais esta quarta avaliação, a Comissão vem construindo um histórico que, gradualmente, fortalece o instrumento. “Nós temos cursos de excelência, muito bem-avaliados pelos próprios estudantes. Atualmente, os problemas levantados são ainda pontuais, o que torna mais fácil identificá-los e resolvê-los”, acrescenta Sérgio. Mas cabe ao aluno fazer a sua parte, sendo peça-chave nesse processo de construção do ensino de qualidade.

Alunos de graduação irão avaliar:

Curso: disciplinas cursadas no semestre (quatro questões cada) e docentes que as ministraram (dez questões cada)

Instituição: cerca de sete questões sobre os seguintes eixos:

- “Planejamento e Avaliação Institucional” (eixo 1);
- “Desenvolvimento Institucional” (eixo 2); e
- “Políticas de Gestão” (eixo 4).

Os eixos avaliados pela instituição resultarão em um relatório, com base nos dados coletados, a ser encaminhado ao MEC, obrigatoriamente, em março do ano seguinte.

Os questionários de avaliação de curso foram elaborados em conjunto com a Pró-Reitoria de Graduação (Prograd).

Como ocorre o processo:

Com o encerramento dos períodos de consulta, os resultados com as notas médias de cada disciplina e de cada docente serão divulgados por meio de relatórios gerais na página da CPA. Os coordenadores de curso e chefes de departamento serão informados por e-mail e poderão acessar também as informações específicas de seu curso ou departamento no sistema Collecta.

As médias entre 3 e 4 são consideradas situações de alerta, e as que estão abaixo de 3 são relativas aos pontos fracos. As médias entre 4 e 5 são os pontos fortes observados. Os gestores, ao tomarem conhecimento dos resultados, devem discuti-los juntamente com estudantes e professores a fim de que sejam realizadas ações de melhoria dos itens mal avaliados.

Os resultados gerais estão disponíveis no site da CPA ou podem ainda ser solicitados às coordenações de curso. No caso de resultados específicos sobre disciplinas ou docentes, com notas abaixo de 4, o acesso se dá somente com pedido aos coordenadores. A CPA reforça que os centros acadêmicos precisam atentar mais para essa questão e intermediar esse processo.

O sistema de coleta e disponibilização de dados está sendo discutido na Superintendência de Governança Eletrônica e Tecnologia da Informação e Comunicação (SeTIC) e deve passar por reformulações a partir de 2017.

Acesse aqui o último relatório geral de avaliação de curso.

Mais informações: cpa.ufsc.br

Rosiani Bion de Almeida/Agecom/UFSC

 

 

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Vestibular 2017 será nos próximos dias 10, 11 e 12: orientações aos candidatos e à imprensa
Publicado em 7 de dezembro de 2016

Cartaz_Vestibular_Diversidade_impressãoO Vestibular da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) será realizado nos dias 10, 11 e 12 de dezembro de 2016 (sábado, domingo e segunda-feira) em 23 cidades catarinenses.

As provas ocorrerão sempre no horário das 14 às 18 horas e os portões de acesso estarão abertos das 13h às 13h45min.  Informações sobre o concurso podem ser obtidas no site  www.vestibular2017.ufsc.br, pelo telefone (48) 3721-9200 ou pelo e-mail vestibular2017@coperve.ufsc.br.

A Comissão Permanente do Vestibular (Coperve) alerta aos candidatos para que:
- Confiram com antecedência o local de prova (cidade, endereço e grupo);
- Cheguem com antecedência aos locais de prova (os portões fecham às 13h45min nos três dias);
- Estejam portando:
- Original do documento de identidade informado na inscrição;
- Confirmação de Inscrição Definitiva;
- Caneta esferográfica de tinta preta (preferencialmente) ou azul, fabricada em material transparente.

O Vestibular será realizado em: Florianópolis, Araranguá, Blumenau, Brusque, Caçador, Balneário Camboriú, Canoinhas, Chapecó, Concórdia, Criciúma, Curitibanos, Itajaí, Jaraguá do Sul, Joaçaba, Joinville, Lages, Rio do Sul, São Miguel do Oeste e Tubarão. Os candidatos que optaram por realizar as provas em Florianópolis foram distribuídos nos municípios da Grande Florianópolis (Florianópolis, Biguaçu, Palhoça, Santo Amaro da Imperatriz e São José).

A UFSC oferece 4.590 vagas (correspondendo a 70% do total de vagas ofertadas pela instituição para 2017/30% do total de vagas são para ingresso via Sistema de Seleção Unificada (Sisu)) em 101 opções de cursos distribuídos nos cinco campi da instituição: Araranguá, Blumenau, Curitibanos, Florianópolis e Joinville.

Neste ano estão inscritos 33.806 candidatos, dos quais 986 fazem o vestibular por experiência. No concurso anterior foram 36.738 inscritos, dos quais 1.420 o fizeram por experiência.

A campanha do Vestibular deste ano estampa a frase “Aqui tem Diversidades”, que sinaliza o compromisso social da instituição – o de defesa da diversidade humana - na busca da convivência saudável, integrada e, principalmente, inclusiva no ambiente universitário.

Cursos mais procurados na classificação geral

Medicina ainda é o curso mais concorrido, com 7.541 inscritos, resultando na relação geral de 215,46 candidatos por vaga. Os outros nove cursos mais procurados são: Direito – Diurno (46,26); Arquitetura e Urbanismo (43,57); Nutrição (41,88); Direito – Noturno (39,74); Psicologia – Bel/Lic – Diurno (39,26); Cinema – Bel – Diurno (35,20); Engenharia Química – Diurno (31,94); Odontologia (31,89) e Engenharia Civil – Diurno ( 28,79).

A relação candidato/vaga de todos os cursos, por modalidade do Programa de Ações Afirmativas (PAA), está disponível em relação candidato/vaga.

Divulgação do Índice de Abstenção e dos Gabaritos

O índice de abstenção será divulgado diariamente, ao final das provas. Os gabaritos serão divulgados a partir das 20h do dia 12 de dezembro (segunda-feira) no site http://www.vestibular2017.ufsc.br/.

Eletrônicos devem ficar desligados

Durante a realização das provas não poderá ocorrer: comunicação de qualquer tipo entre candidatos, porte/uso de material didático-pedagógico, de telefone celular, relógio (qualquer tipo), controle remoto, armas, boné, óculos escuros, calculadora, tablet, pen drive, mp-player, iPod, iPad ou qualquer tipo de aparelho eletrônico.

A Coperve recomenda que o candidato evite levar para o local de prova esses objetos ou seus similares. Caso compareça portando algum desses, eles deverão ser envelopados, identificados e deixados à frente na sala, antes do início da prova.

Os equipamentos eletrônicos devem ficar desligados.

Provas
1ª Prova
10 de dezembro (sábado)
• Língua Portuguesa e Literatura Brasileira ou Libras (12 questões de proposições múltiplas);
• Segunda Língua: Alemão, Espanhol, Francês, Inglês, Italiano, Libras ou Língua Portuguesa e Literatura Brasileira (8 questões de proposições múltiplas);
• Matemática (10 questões de proposições múltiplas e/ou abertas);
• Biologia (10 questões de proposições múltiplas e/ou abertas).


2ª Prova
11 de dezembro (domingo)
•  História (10 questões de proposições múltiplas);
•  Geografia (10 questões de proposições múltiplas);
•  Física (10 questões de proposições múltiplas e/ou abertas);
•  Química (10 questões de proposições múltiplas e/ou abertas).

3ª Prova
12 de dezembro (segunda)
• Redação;
• 4 Questões Discursivas.

Matrículas dos candidatos classificados

Todos os candidatos classificados dentro dos limites das vagas oferecidas para cada curso de graduação, independentemente do semestre letivo de 2017 em que iniciarão o curso, deverão realizar a matrícula inicial obrigatoriamente em duas etapas sendo a primeira online e a segunda presencial (pessoalmente ou mediante procuração particular), conforme datas, horários e procedimentos especificados na portaria de matrículas disponível no site do vestibular.

Orientações aos veículos de comunicação

A Coperve alerta, por exemplo, que não haverá acesso de jornalistas aos locais de aplicação das provas e não será permitido fotografar ou gravar imagens dentro desses locais.

O contato com os candidatos só poderá ser feito antes ou após a prova, que se inicia às 14h (com fechamento dos portões às 13h45min) e se encerra às 18h.

O campus Florianópolis, no bairro Trindade, é o local que congrega maior número de candidatos. Todas as salas de aula serão utilizadas para o concurso. Na capital, o segundo local de maior concentração de candidatos é o Instituto Estadual de Educação (IEE).

As informações relativas ao andamento do concurso, como índice de abstenção, serão disponibilizadas no site www.vestibular2017.ufsc.br e divulgadas pela Agência de Comunicação (Agecom) da UFSC que fará plantão nos dias do concurso. No caso de emissoras de TV que pretendem realizar transmissões ao vivo, o local sugerido é a Praça da Cidadania, em frente à Reitoria.

Proibição de instalação de tendas

A Administração Central da UFSC comunica que, durante o Vestibular não será permitida a instalação de barracas e/ou outras estruturas por colégios, cursos pré-vestibulares e afins, em nenhum dos locais de aplicação de provas.

Mais informações no Edital do Vestibular ou pelo site www.vestibular2017.ufsc.br/.

Agecom: (48) 3721-9601

Coperve: (48) 3721-9200

 

 

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Corais argentinos se apresentam no Teatro da UFSC dias 9 e 11
Publicado em 7 de dezembro de 2016

Dois corais da cidade de La Plata, na Argentina, se apresentarão no Teatro da UFSC nos dias 9 (sexta-feira) e 11 de dezembro (domingo), às 20 horas. O Coral de Jovens do Instituto Cultural Argentino Britânico, regido por Juan Ignacio Martí, e o Coral da Universidad del Este, sob a regência de Noelia Di Santo, se apresentarão nos dois dias com repertórios diferentes.

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Coral da Universidad del Este se apresenta na UFSC (Foto: Divulgação)

O evento terá coordenação da regente do Coral da UFSC, Miriam Moritz, e contará também com a participação do Coral e do Madrigal da UFSC em algumas músicas. As apresentações são gratuitas e abertas à comunidade, com os ingressos tendo que ser retirados uma hora antes do evento na bilheteria do Teatro da UFSC.

O Coral da Universidad del Este foi criado em 2014 e conta com 33 integrantes, entre estudantes, professores e funcionários da faculdade. Já o Coral de Jovens do Instituto Cultural Argentino Britânico conta com 22 anos de experiência e já teve concertos transmitidos nacionalmente na televisão do país.

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Companhia Aquila de Dança faz apresentações com o projeto ‘Sol da Meia Noite’
Publicado em 7 de dezembro de 2016

A Companhia Aquila de Dança apresenta a exibição do trabalho “Meu Lugar” nesta quinta-feira, 8 de dezembro, às 22h10 na sala 403 do Bloco Redondo, no CCE. O projeto corresponde à cinco montagens coreográficas produzidas durante o ano de 2016, vencedora do Festival Canoinhas em Dança na categoria Ballet Clássico Juvenil e Estilo Livre Juvenil, 1º lugar no Santa Catarina em Dança na categoria Ballet Clássico e 3º lugar na categoria Jazz Duo Adulto. 

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Fortaleza da UFSC será palco de peça teatral nesta sexta-feira
Publicado em 7 de dezembro de 2016

A peça Barco Ébrio será apresentada na sexta-feira, 9 de dezembro, às 19h20, na Fortaleza de São José da Ponta Grossa, mantida pela UFSC. A ideia de realizar a peça na fortaleza vem da vontade de tirar o público dos espaços convencionais de exposição teatral e levá-los a espaços que não são usados para tal fim. O evento é aberto ao público e gratuito.

Barco Ébrio

Essa é uma Instalação teatral híbrida que une teatro, performance, poesia, vídeo arte e instalação. A peça é objeto de pesquisa da dissertação de mestrado Barco Ébrio – poesia como teatro, vinculado ao programa de pós-graduação em teatro (PPGT) da UDESC, e ao Trabalho de Conclusão de Curso de Bacharelado em Artes Cênicas da Universidade Federal de Santa Catarina de Fellipe Cosme de Oliveira.

Peça será encenada em fortaleza. Foto: Jerusa Mary/Divulgação

Peça será encenada em fortaleza. Foto: Jerusa Mary/Divulgação

Sinopse

Barco Ébrio, a obra de Rimbaud atravessada pelo teatro. Diante do entardecer, o poeta francês, como uma luz ofuscante, dita os passos de alguns atores diante da realidade presente e passada. Estamos diante de um barco, de uma criança, que se liberta de si mesma, porém, como a criança há de se libertar do seu domínio?

Ficha técnica

Direção: Fellipe Lee.
Orientação: Rodrigo Garcez.
Diretor de Arte: Fabricio Bogas Gastaldi.
Produção: Blenda Trindade, Fah Gastaldi e Fellipe Lee.
Som: Felipe Ferro e Fah Gastaldi.
Atuação: Tiago Vargas da Cunha, Daniele Viola, Agnaldo Stein, Fany Magalhães, Cauana Cidade, Dalton Madruga da Silva, Lidiane Mesquita e Antônio Maggioni.

Evento: Peça Barco Ébrio

Quando: 9 de dezembro, as 19h20

Onde: Fortaleza de São José da Ponta

Quanto: Entrada gratuita

Contato: Coordenadoria das Fortalezas da Ilha de Santa Catarina (www.fortalezas.ufsc.br – fortalezas@contato.ufsc.br – (48) 3721-8302) / Fellipe Lee (fellipelee@hotmail.com)

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Aluno da UFSC recebe menção honrosa no Prêmio Mercosul de Ciência e Tecnologia
Publicado em 7 de dezembro de 2016

[Imagem: Divulgação]

Foto: Divulgação

Ângelo Paggi Matos, aluno de doutorado do Programa de Pós-Graduação em Ciência dos Alimentos da UFSC, recebeu do secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do MCTIC, Álvaro Toubes Prata, uma menção honrosa do Prêmio Mercosul de Ciência e Tecnologia, na categoria Jovem Pesquisador. Foram 399 projetos participantes dos países Argentina, Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela.

A entrega da premiação ocorreu no dia 1° de dezembro, em solenidade no Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), em Brasília (DF), com participação do presidente do CNPq, Mário Neto Borges.

Com o título “Avaliação bioquímica da biomassa de microalgas cultivadas em águas residuais dessalinizadas: De escala de laboratório à produção de algas em escala piloto no Semiárido do Nordeste do Brasil”, a pesquisa de Ângelo envolve resultados inéditos de sete anos de pesquisa, orientado pelo professor Ernani Sebastião Sant’Anna.

O projeto levou a produção de microalgas a partir de águas residuais dessalinizadas, antes em escala de laboratório, para o semiárido nordestino, local com grande quantidade de resíduos resultantes do processo de dessalinização de água salobra subterrânea. Ângelo explica a importância desta pesquisa: “As microalgas são microorganismos versáteis capazes de sintetizar compostos como proteína, lipídeos, pigmentos, vitaminas e ácidos graxos poli-insaturados úteis para a indústria farmacêutica, química fina e de alimentos. Além disso, o óleo algal pode ser convertido em biodiesel.

Segundo Ângelo, qualquer tentativa de viabilização do uso de microalgas para fins comerciais deve-se minimizar os custos energéticos do processo, por exemplo, temperatura e incidência solar. Neste caso, a região nordeste do Brasil apresenta diversas vantagens favoráveis para a produção de microalgas, isto é: i) a região apresenta uma vasta área em processo de desertificação que é pouco agriculturável – os cultivos de microalgas poderiam desenvolver a região com uma agricultura diversificada; ii) abundância em águas subterrâneas que muitas vezes, são salinas e/ou salobras – pode servir de meio de cultura alternativo para propagação das microalgas; iii) ampla intensidade luminosa durante o ano todo, proveniente de luz solar – essencial no processo fotossintético; iv) temperatura média anual de 20 a 32°C – ideal para o cultivo e manutenção de algas e, v) baixa precipitação, o que resulta em pouca interferência nos cultivos que podem ser desenvolvidos em ambientes abertos (open raceways).

“Os principais cultivos de grande escala no mundo são em regiões desérticas como os EUA (Arizona, Califórnia e Texas), Austrália, Chile (Deserto do Atacama), Israel (Deserto de Negev) e China (Deserto de Gobi). Portanto, o Brasil tem um grande potencial com o semiárido”, aponta.

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Câmara da Moradia do Fórum da Cidade promove encontro sobre habitação popular em Florianópolis
Publicado em 7 de dezembro de 2016

A Câmara de Habitação de Interesse Social e Regularização Fundiária do Fórum da Cidade promove, no dia 10 de dezembro, o 2º Encontro “Moradia Digna como Direito”, com o tema “As lutas populares em Florianópolis na construção de uma Política Pública Participativa da Moradia Popular e da regularização da terra”. O evento ocorre das 9h às 12h e das 14h às 17h no auditório do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da UFSC. 

O objetivo do encontro é mobilizar as comunidades para a participação na Política de Habitação de Interesse Popular e o controle social. O público-alvo são as 68 comunidades que construirão uma política pública voltada para a moradia popular na Capital. O Encontro conta com o apoio do “Escritos em Movimento”, um Projeto de Extensão do Departamento de Jornalismo e do Programa de Pós-Graduação em Jornalismo da UFSC que tem como objetivo principal dar tratamento jornalístico e, assim, propiciar visibilidade a testemunhos que relatam e interpretam a luta pela reforma urbana em Florianópolis.

No período da manhã o tema será a “Luta pela moradia em Florianópolis: memória e organização popular”, com apresentação do tema por representantes das localidades. À tarde, o tema será “Moradia e regularização fundiária em Florianópolis: a luta continua”, com a presença de representantes de organizações institucionais. Haverá debates nos dois períodos e o poder público será convidado a dar esclarecimentos sobre as políticas públicas da moradia e regularização fundiária em andamento no município. As instituições falarão sobre financiamentos de projetos de habitação, análises das Zonas Especiais de Interesse Social (ZEIS) e projetos de lei de assessoria técnica gratuita.  eventoufsc

A Câmara de Moradia é um espaço de debates, deliberações e de mobilização das entidades comunitárias que têm assento no Conselho Municipal de Habitação de Interesse Social (CMHIS), que debatem e ajudam a formular e direcionar as pautas das políticas públicas discutidas e deliberadas pelo Conselho. São parceiras no evento as entidades que compõem a Câmara de Habitação de Interesse Social e Regularização Fundiária do Fórum da Cidade, União Florianopolitana de Entidades Comunitárias (Ufeco), Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB), Associação de Moradores Areias do Morro das Pedras (Amareias), Conselho das Associações de Moradores da Região do Monte Cristo (Carmocris), Associação de Moradores do Alto da Caieira do Saco dos Limões (AMAC) e Associação de Moradores da Ponta do Leal.

Mais informações: contato.forumdacidade@gmail.com 

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Pós em Relações Internacionais divulga edital para vaga de pós-doutorado
Publicado em 7 de dezembro de 2016

A Coordenadoria do Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais (PPGRI) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) divulgou o edital do processo de seleção de candidatos para uma vaga de pós-doutorado em Relações Internacionais, para atuar junto ao PPGRI na pesquisa, no ensino e na extensão com bolsa do Programa Nacional de Pós-Doutorado (PNPD/CAPES). As inscrições vão de 17 de janeiro a 13 de março de 2016.

Mais informações na página do programa.

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Programa de Pós, Curso e Departamento de Jornalismo da UFSC homenageiam Nilson Lage
Publicado em 7 de dezembro de 2016

O Programa de Pós-Graduação em Jornalismo da UFSC (Posjor), em parceria com o Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina (SJSC), promove nesta sexta-feira, 9 de dezembro, a partir das 15h, um evento em homenagem ao professor Nilson Lage, pela passagem dos seus 80 anos. Além da cerimônia, haverá um painel sobre sua vida e obra, com palestras dos professores Samuel Lima e Eduardo Meditsch e do próprio Nilson Lage. Convite homenagem Nilson Lage

O evento encerra a 6ª Jornada Discente do Posjor, atividade destinada à apresentação de trabalhos dos alunos do Programa. O local é o Auditório do EFI (Espaço Físico Integrado) da UFSC, prédio da Universidade próximo ao Centro de Comunicação e Expressão (CCE).

Na cerimônia de homenagem, integram a mesa de saudação ao professor Nilson Lage a coordenadora do POSJOR, Raquel Longhi, a Chefe do Departamento de Jornalismo, Maria José Baldessar, a coordenadora do curso de Jornalismo, Rita de Cássia Paulino, e o presidente do Sindicato dos Jornalistas, Aderbal Filho.

Logo após a cerimônia, Lage profere palestra no painel “Em defesa da dignidade do Jornalismo, seu ensino e pesquisa”, ao lado dos professores Samuel Lima e Eduardo Meditsch, mediado pela professora Valci Zuculoto.

 

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Administração Central encaminha levantamento de danos provocados por vendaval
Publicado em 6 de dezembro de 2016

A Administração Central da UFSC encaminhou à Secretaria de Obras, Manutenção e Ambiente um relatório dos estragos provocados pela tempestade da madrugada de domingo, 4 de dezembro. Os diretores de centro e pró-reitores encaminharam documentos com os danos em cada uma das unidades acadêmicas e administrativas, apresentando demandas emergenciais.

Árvores caídas foram retiradas. Foto: Caetano Machado/Agecom/UFSC

Árvores caídas foram retiradas. Foto: Caetano Machado/Agecom/UFSC

O levantamento detalhado foi solicitado em reunião pelo reitor Luiz Carlos Cancellier de Olivo e a vice-reitora, Alacoque Lorenzini Erdmann, ainda na tarde de domingo.

Confira os danos provocados pelos ventos com mais de 100km/h:

Centro de Ciências Biológicas

- ala do Córrego do CCB/área de estacionamento – houve queda de uma árvore e que está impedindo o uso de várias vagas no mesmo.

- ala do Córrego do CCB – Porta de acesso ao Laboratório 302 do Bloco D

- ala do Córrego do CCB/tapume da obra dos blocos novos – houve queda dos tapumes.

Centro Tecnológico

- queda de alguns galhos de arvores, queda de placas de sinalização e identificação de prédios.

- No prédio da FEESC houve a queda de um ar condicionado e de uma placa de metal e o conserto está sendo providenciado pela Fundação.

Centro de Comunicação e Expressão

- galhos de árvores quebrados que, segundo relato do pessoal da jardinagem, serão podados;

- ar condicionado da sala 401B que ficou dependurado já foi retirado pelo pessoal da manutenção;

- telha de zinco do prédio redondo que está solta e precisa de conserto urgente para que o dano não se agrave;

- telhas do bloco b quebradas que necessitam de conserto imediato para que não provoquem infiltrações nas salas do 5º andar.

- telhas de acrílico do anexo do jornalismo estão soltas e precisam ser novamente afixadas para que não voem, caso nova ventania ocorra.

Centro de Filosofia e Ciências Humanas

- Entupimento de calhas devido ao acúmulo de galhos e folhas. Foi feito um desentupimento parcial de algumas calhas, porém é necessário uma limpeza completa das calhas em todos os blocos.

- Há duas árvores caídas próximo ao estacionamento do museu que precisam ser removidas, mas não estão causando transtornos. arvores_caidasCFH

- desmonte do palco do Bosque, pois a forte ventania poderia ter causado uma tragédia no local, tendo em vista a presença de moradores de rua no palco que está condenado desde o verão passado aguardando a desmontagem.

Centro Socioeconômico

- Foram arrancadas pelo vento duas placas do domo/cobertura do bloco de salas de sulas do CSE.

- Ocorreu, também a retorção do toldo destinado a abrigar os  food trucks do CSE. As providências para os reparos já foram tomadas.

Centro de Desportos

- No Complexo Aquático, o telhado sofreu destelhamento significativo em três pontos, que necessitam de recuperação imediata. Outro risco é a possibilidade de novos eventos climáticos aumentarem a área de destelhamento.

- No Laboratório de Pedagogia do Esporte (LAP), houve queda do forro.

Ginásio foi destelhado em três pontos. Foto: Caetano Machado/Agecom/UFSC

Ginásio foi destelhado em três pontos. Foto: Caetano Machado/Agecom/UFSC

- Parte da impermeabilização do Ginásio 2 foi desprendida do telhado.

- Toldo de acesso do Ginásio 1 ficou totalmente danificado.

- No novo prédio administrativo, a sala de reunião e a secretaria do Centro tiveram acúmulos de água no piso.

Centro de Ciências Agrárias

Departamento de Ciência e Tecnologia de Alimentos

- Canos da caixa d´água do CAL quebrados, Laboratórios sem água – urgente

- Curto circuito em tomadas do lab Química de Alimentos

- Telhas do Laboratório de Alimentos voaram

- Forro do corredor do bloco A caíram

- Árvores caídas no bloco da Caltech

Departamento de Engenharia Rural

Os danos materiais no Departamento de Engenharia Rural ocorreram no prédio principal onde funciona a secretaria do ENR e a maioria das salas de professores e laboratórios. Aparentemente, os danos ocorreram na parte do telhado do prédio que cobre a copa/cozinha e o laboratório de Solos e Tecidos Vegetais. Este sofreu danos que podem gerar novos danos, inclusive humanos, pois o apoio da árvore caída se dá exatamente no laboratório.

Além disso, os laboratórios de Sistemas Eletroeletrônicos e Mecânica, Máquinas e Motores também tiveram danos no telhado com a queda de uma árvore.

Departamento de Fitotecnia (e Cidade das Abelhas)

- No Prédio novo da Fitotecnia na Fazenda Experimental da Ressacada, ocorreu a quebra de vidros de janelas e o vento afetou a estrutura de cobertura do local. É necessária uma ampla vistoria para verificar a extensão dos prejuízos e de possíveis outros danos no local.

- O vento destruiu a estrutura de cobertura de 3 estufas no Viveiro de Plantas e 01 estufa da Casa de Vegetação do Laboratório de Fitopatologia;

- Sobre a Cidade das Abelhas, o Professor Afonso comunicou ao Departamento de Fitotecnia que três árvores pequenas e uma árvore grande estão caídas interrompendo a passagem e ainda continuam sem luz e também sem internet no local;

- Quebra do vidro de uma janela do Bloco B no Programa de Pós-Graduação em Agroecossistemas.

Departamento de Zootecnia e Desenvolvimento Rural

- Entortamento de uma das janelas da escada, no 2º andar.

Setor de Manutenção do CCA

- No jardim entre os prédios da Agronomia caiu uma árvore de grande porte que necessita ser retirada.

- Sobre o prédio da Manutenção caiu uma árvore de grande porte danificando o telhado. É necessário retirar a árvore e consertar o telhado.

- Telhas do prédio da Agronomia foram arrancadas e precisam ser substituídas por novas telhas.

- Na área em frente ao RU cairam vários galhos de grande porte que precisam ser retirados.

- Recolhimento de galhos de médio porte ao redor do Depto. de Ciência e Tecnologia de Alimentos.

Fazenda Experimental Ressacada

- Catavento para bombeamento de água: Estrutura retorcida.

Catavento retorcido na Fazenda Experimental da Ressacada. Foto: Divulgação

Catavento retorcido na Fazenda Experimental da Ressacada. Foto: Divulgação

-  Galpão de máquinas e depósito de ferramentas e insumos agrícolas: Destelhamento parcial.

- Estufa horta: Cobertura danificada.

- Casa de apoio horta: Supra estrutura danificada e parte do telhado caído

- Estufa cultivo de plantas ornamentais e experimentos fitotecnia: Lonas superior e laterais rasgadas e arrancadas pelo vento

- Casa de apoio e depósito de materiais gerais e rações: Destelhamento parcial.

- Galinheiro e coelhário: Destelhamento parcial Lonas rasgadas (face sul e norte). Portão metálico caído e porta danificada

- Recria de aves: Destelhamento parcial

- Prédio “Fitotecnia”: Vidros quebrados e danos no telhado

- Casa de bomba de irrigação: Destelhamento parcial

- Alambrado limite Fazenda/Infraero: Danos por queda de árvores

- Telhado centro de manejo ovinos: Destelhamento parcial

- Bezerreiro gado de corte: Destelhamento parcial

B. Campus  Sul da Ilha “antigo CEFA”

De modo geral os prédios tiveram danos nos telhados com destelhamentos parciais, janelas com vidros quebrados e muitas árvores caídas.

 

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Antonio Carlos Wolkmer: por um Direito plural, crítico e transformador
Publicado em 6 de dezembro de 2016

Foto: Jair Quint/Agecom/UFSC

Antonio Carlos Wolkmer. Foto: Jair Quint/Agecom/UFSC

“O professor Antonio Carlos Wolkmer é um dos nomes mais representativos da teoria jurídica crítica latino-americana.” Essa é a primeira frase do capítulo sobre o pesquisador na obra El pensamiento filosófico latinoamericano, del Caribe y “latino” (1300-2000), publicada no México, em 2011. Wolkmer é docente do Departamento de Direito da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) desde 1991. Aposentou-se em 2015, mas segue como professor colaborador e membro permanente do Programa de Pós-Graduação em Direito (PPGD). Ao longo de sua trajetória na UFSC, publicou 18 livros no Brasil, três no exterior e mais de cem artigos científicos. Orientou 72 dissertações de mestrado; 19 teses de doutorado; 11 trabalhos de conclusão de curso e 20 projetos de iniciação científica – além de 69 coorientações e seis supervisões de pós-doutorado.

Em 2010, no aniversário de 50 anos da universidade, Wolkmer recebeu do Centro de Ciências Jurídicas (CCJ) o prêmio Destaque Pesquisador. Como sempre se dedicou integralmente à carreira acadêmica – nunca atuou, nem teve pretensão de atuar, como advogado, juiz ou promotor –, ele se lembra desse momento com carinho: “Essa homenagem foi minha maior recompensa”. Wolkmer é hoje bolsista de produtividade nível 1A do CNPq — apenas dois outros pesquisadores no Brasil conquistaram esse nível na área de Direito.

A trajetória

Apesar de sua intensa produção e reconhecimento, ser pesquisador e professor universitário não estava em seus planos. Natural de São Leopoldo (RS), Wolkmer teve uma formação “tradicional, religiosa, humanista” – como ele a define. Estudou, quase sempre, em colégios católicos. Em 1973, ingressou no curso de Direito – à época se chamava Ciências Sociais e Jurídicas –, na Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), mantida pela Associação Antônio Vieira (ASAV), de padres jesuítas.

A escolha do curso não foi motivada pela vontade de se tornar um profissional da área. “Minha intenção era cursar Direito como um trampolim para seguir a carreira diplomática, que era meu grande sonho.” O professor explica que, à época, era fundamental ser bacharel em Direito para seguir a Diplomacia. Também era importante a proficiência em línguas estrangeiras: paralelamente aos estudos jurídicos, Wolkmer frequentava aulas de inglês e francês.

Durante a graduação, de 1973 a 1977, Wolkmer foi monitor da disciplina Direito Público: “Diferente de hoje, o monitor era uma espécie de assistente e ministrava aulas”. Na formatura, Wolkmer foi escolhido para orador da turma, o que, segundo ele, chamou a atenção da direção da faculdade. “Ser monitor, orador e ter recebido a nota máxima no meu trabalho de conclusão contribuiu para que eu fosse convidado a dar aulas.” No início de 1978 Wolkmer ingressou como professor da Unisinos.

Recém-graduado, ficou encarregado de ministrar disciplinas propedêuticas, de formação, que demandavam grande preparação teórica e sólida base cultural. Wolkmer assumiu a incumbência sem grandes dificuldades, uma vez que o sonho de ser diplomata o motivara a se dedicar intensamente aos estudos desde muito jovem: “Eu lia sobre muitas coisas: história, geografia, arqueologia, artes, literatura. Um diplomata deveria ter uma vasta cultura geral e ser poliglota. Como eu conquistaria isso, vindo de um meio humilde? Tinha uma vida metódica, era rato de biblioteca, lia o tempo todo, inclusive nos fins de semana.”

Wolkmer foi professor da Unisinos durante 15 anos. Em seu segundo ano como docente, fez uma especialização em Metodologia do Ensino Superior e começou a gostar do magistério. O ensino não estava em seus planos, mas nesse momento começou a mudar. “Percebi que não era a Diplomacia, mas sim a carreira universitária que me motivava. Estava realmente empolgado pelo ensino e pela pesquisa, numa época em que, na área do Direito, a pesquisa era confundida com estudo de casos e decisões dos tribunais – as denominadas jurisprudências.”

Seu interesse crescente pela pesquisa o estimulou a estabelecer uma nova metodologia de trabalho. “Decidi mudar o caráter da pesquisa: todo trabalho deveria envolver problema, objetivos e método. Os estudantes deveriam escolher uma temática, problematizar, utilizar metodologia e referencial analítico. Isso foi uma verdadeira revolução.” Além de seu envolvimento maior com a vida acadêmica, uma viagem à “Europa clássica”, por 45 dias, também contribuiu para que desistisse da diplomacia: “Todo o romantismo que eu tinha em relação a países que queria muito conhecer, como Itália e Grécia, foi descontruído”. Wolkmer fez então a escolha que seria definitiva: “Decidi que minha carreira seria na universidade: no magistério, na pesquisa e na extensão.”

Em 1979, Wolkmer ingressou no mestrado em Ciência Política da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). “O primeiro mestrado em Direito do Sul do Brasil foi o da UFSC, criado em 1973. Mas na época não havia uma política de bolsas, e era difícil, para um jovem professor, dedicar-se integralmente ao mestrado.” Segundo o pesquisador, o profissional liberal era, então, muito mais valorizado: ser um bom advogado, juiz ou promotor significava ser bem sucedido. “O docente era visto como alguém que não teve êxito profissional nas áreas mais importantes.” A reputação do professor universitário aos poucos mudou, sobretudo com as novas políticas nacionais na área de Educação. Ter mestrado e doutorado passou a ser valorizado, incentivado e, posteriormente, exigido. “Houve uma mudança grande na política universitária do país. Professores pesquisadores que, antes, eram marginalizados, ganharam destaque.”

O mestrado em Ciência Política possibilitou-lhe o diálogo com outras áreas. “Saí do mundo das leis, códigos, tribunais e tomei consciência da importância das pesquisas que traziam um retorno para a sociedade.” Wolkmer começou a pensar a pesquisa como transformadora da realidade. “Para quem sai da faculdade com aquela visão do Direito fundada na memorização de artigos, a Ciência Política foi um choque para mim. Meus colegas eram cientistas políticos, cientistas sociais, pedagogos, jornalistas. Estar em contato com novas perspectivas me permitiu realizar uma pesquisa não só comprometida com a prática social, mas com uma visão crítica e interdisciplinar da realidade.”

Em 1989, Wolkmer ingressou na segunda turma de doutorado em Direito da UFSC – o primeiro do Sul do Brasil. Foi atraído pelo perfil do programa: “Não era formalista, tradicional, de reprodução. Era um curso crítico, interdisciplinar, que introduzia problematizações”. Enquanto cursava o doutorado, prestou concurso para professor assistente em Direito Público, na UFSC, e ficou em primeiro lugar. “Eu estava em uma instituição privada, onde não havia plano de carreira nem tradição em pesquisa. Ingressar em uma universidade federal, pública, era não só estimulante, desafiador, como significava buscar estabilidade como professor e pesquisador.”

A pesquisa

Em 2007, Wolkmer criou o Núcleo de Estudos e Práticas Emancipatórias (Nepe), que se constituiu em um espaço de leituras, reflexões e produção para os três eixos de pesquisa a que o professor se dedica. O primeiro deles aborda a cultura jurídica na América Latina, pelo qual se ampliou o contato com universidades latino-americanas. “Eu me tornei professor visitante de várias universidades: Universidade de Buenos Aires (UBA); Universidade do Chile (Uchile); Universidade Nacional da Colômbia (Unal); Universidade de Antioquia (UdeA), entre outras.” Ao longo de sua trajetória na UFSC, Wolkmer vem estabelecendo um diálogo permanente para a construção crítica de uma teoria e cultura jurídica latino-americana. Enrique Dussel, argentino radicado no México e grande pensador da Filosofia da Libertação, é uma de suas principais referências intelectuais.

Seu segundo eixo de estudos está voltado para a discussão da crise do Direito ocidental na modernidade, suas novas possibilidades e alternativas. “Estudo a busca de novos paradigmas. Questiono de que forma se dá a regularização, a normatividade, o controle social. Esses mecanismos são eficazes ou ineficazes? Assumem um caráter repressivo? Discuto o modelo que foi transplantado na colonização espanhola, na América Hispânica, e na colonização portuguesa, no Brasil.” O professor busca alternativas na direção da interdisciplinaridade e da descolonização. Segundo ele, o Direito que foi importado da Europa é formalista e positivista. “Seus agentes tendem a reproduzir uma prática convencional, sem um compromisso com nossa realidade periférica. É importante melhorar nosso sistema de justiça, tornando o acesso mais democrático e popularizado.” Wolkmer critica o conservadorismo, a morosidade e a burocracia de nossa cultura jurídica: “Estudo formas de tornar a justiça mais célere, mais simples e com benefício maior para toda a população”.

A terceira direção de sua pesquisa é o pluralismo jurídico, expressão que identifica e compreende vários sistemas normativos na sociedade: “Esse foi o tema central da minha tese. A versão de legalidade oficial, monista e dominante é a do Direito produzido pelo Estado, através dos poderes Legislativo e Judiciário. Essa é a versão dominante que se estuda durante os cinco anos da graduação. Aprende-se que o Direito está expresso na lei e se efetiva nas instâncias estabelecidas pelo Estado. O pluralismo traz outra visão: o Direito como sistema normativo não existe apenas nos códigos positivos e na lei escrita, formalizada, mas está presente na sociedade de várias outras formas. Grupos sociais também produzem normatividade. Pluralismo é a descentralização, a fragmentação das formas de poder, é ver o Direito não apenas no Estado e nos códigos, mas na sociedade civil, nas lutas sociais”.

Como professor, Wolkmer afirma que seu esforço sempre foi para formar operadores do Direito, teóricos ou práticos, comprometidos com a prática social e com a transformação da sociedade. Referindo-se a si mesmo na terceira pessoa, ele se define como “um acadêmico, um professor com uma vida dedicada ao magistério e à pesquisa, que tem a missão, o objetivo fundamental de despertar a consciência e de formar uma geração de profissionais comprometida com a realidade, com o Brasil, com a América Latina. O ensino deve estar embasado em uma educação descolonial e crítica. Não me refiro a uma crítica niilista, de jogo de palavras. É uma crítica comprometida com as mudanças, no sentido de recriar e possibilitar uma tomada de consciência, uma emancipação”.

Principais obras publicadas Ano
Introdução ao pensamento jurídico crítico 1995
Fundamentos da História do Direito 1997
Pluralismo Jurídico: fundamentos de uma nova cultura jurídica no Direito 1997
História do Direito no Brasil                                                    1998
Direito e Justiça na América Indígena: da conquista à colonização. 1998

 

Daniela Caniçali/jornalista da Agecom/UFSC

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Laboratório e Projeto Amanhecer da UFSC atuam com o controle da dor
Publicado em 6 de dezembro de 2016

Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) revelam um cenário doloroso e que tende a se ampliar com o aumento da expectativa de vida: uma em cada cinco pessoas sofre de algum tipo de dor crônica. “Mais de 80% das doenças que acometem o ser humano têm como sinal ou sintoma a dor. Do ponto de vista da Neurobiologia, ela tem caráter de proteção, no caso da dor aguda. Se a dor for ativada por muito tempo, deixa de ter esse caráter e é tratada como doença”, esclarece o coordenador do Laboratório de Neurobiologia da Dor e Inflamação (Landi) da UFSC e doutor em Farmacologia, Adair Roberto Soares dos Santos.

A International Association for the Study of Pain (IASP), localizada em Washington, nos Estados Unidos, conceitua a dor como “uma experiência sensorial e emocional desagradável associada a uma lesão tecidual real ou potencial ou descrita em termos de tal lesão”. As principais dores das quais a população padece são as lombares e cervicais, informa o professor. “A dor nada mais é do que a resposta da ativação do receptor sensorial que é responsável por identificar estímulos lesivos, que podem ser térmicos – calor ou frio -, mecânicos – beliscão ou prego no pé, por exemplo – ou químicos, que é processada e enviada ao cérebro, que interpreta como lesiva. Ela tem os caracteres emocional e sensorial, ambos fisiológicos”, esclarece Santos.

O Ministério da Saúde aprovou, em 2006, a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) no Sistema Único de Saúde (SUS). “O governo começou a incentivar tratamentos com plantas medicinais, não farmacológicos, como atividade física, acupuntura e terapia cognitivo-comportamental, usada, em alguns casos, para tratamento de pacientes com dores crônicas. Houve a inserção dessas técnicas no Programa Saúde da Família, visando o bem-estar e a recuperação da saúde do indivíduo de uma forma geral. Todas são técnicas sinalizadas pela OMS, que incentiva os diferentes países a darem subsídios para essas pesquisas”, afirma o coordenador do Landi. As técnicas complementares atuam conjuntamente com medicamentos.

A Neurobiologia estuda como se processa a comunicação nervosa entre as diferentes células e estruturas do organismo. “Existem, atualmente, muitos medicamentos que são úteis para a dor, principalmente para a dor aguda, mas existem algumas modalidades em que eles não atuam de forma eficaz. Nesse caso, a gente precisa entender melhor como são esses processos neurobiológicos e tentar descobrir novas ferramentas ou terapias. Aí entra essa gama de abordagens com o propósito principal de minimizar o sofrimento dos indivíduos”, explica o professor.

Entre as abordagens neurofisiológicas no controle da dor, estão as terapias manuais, como manipulação e mobilização articular e massagem, que visam reestabelecer quadros de dor ou reestruturar estruturas ósseas ou musculares; atividade física organizada e controlada – corrida, caminhada e natação algumas modalidades – para prevenção e manutenção da saúde e para controle da dor e inflamação; Fotobiologia, para o reestabelecimento de órgãos doentes por meio de laser com diferentes comprimentos de onda e intensidade e Light-Emitting Diode (LED), que apresentam efeitos biológicos como cicatrização, analgesia e ação anti-inflamatória; técnicas psicoterapêuticas, como terapia cognitivo-comportamental; meditação, para evitar estresse e problemas em diferentes órgãos; hipnose e acupuntura – técnica milenar chinesa que propõe a estabilização ou estimulação de estruturas denominadas acupontos, que são pontos energéticos distribuídos pelo corpo. “Há mais de 200 acupontos já identificados ligados com o funcionamento de órgãos, tecidos e outras estruturas. Baseia-se na estimulação desses acupontos por meio de agulhas, estímulos elétricos e auriculoterapia”, esclarece Santos. “Do ponto de vista prático, as abordagens neurofisiológicas passam a dar maiores evidências de que os indivíduos podem seautossugestionar e ter maior controle dos sintomas. Esse é o principal objetivo da Neurociência nesse contexto”, complementa.

A equipe do Landi trabalha em dois grandes eixos de pesquisa que investigam mecanismos de ação de agentes endógenos e exógenos e estratégias terapêuticas usadas no controle da dor e da inflamação. Há estudos sobre plantas medicinais e sobre a abordagem translacional- que se propõe a preencher a lacuna entre o pesquisador da ciência básica e o clínico em seus campos de atuação – baseada em abordagens neurobiológicas com aplicação clínica por meio de acupuntura, atividade física e terapias manuais.O laboratório também desenvolve estudos sobre Fotobiologia, com sistemas e técnicas que utilizam laser e LED. Há, ainda, projetos iniciais sobre hipnose. “Buscamos entender os aspectos neuroquímicos e neurofisiológicos, tanto na modulação – causa – quanto na inibição da dor e da inflamação”, detalha o coordenador.

A Fibromialgia – doença caracterizada pela presença de dores difusas pelo corpo –  é um exemplo de que existem estruturas nervosas relacionadas às dores, na concepção de Santos. “Hoje não se sabe, efetivamente, a sua causa. Sabe-se que tem a ver com uma alteração emocional; pode estar relacionada ao estresse. Há uma incidência maior em mulheres. As terapias são medicamentosas, com moduladores de humor, os chamados antidepressivos, e estudos demonstram que atividade física, em especial a natação, tem papel fundamental no tratamento”, argumenta.

O Landi, vinculado ao Departamento de Ciências Fisiológicas (CFS) do Centro de Ciências Biológicas (CCB), iniciou suas atividades há pouco mais de uma década. Compõem o quadro geral nove doutorandos, três mestrandos, três estudantes de Iniciação Científica, um pós-doutorando, professores colaboradores da UFSC e de outras instituições, como a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e a Universidade Federal do Espírito Santo (UFES).

Projeto Amanhecer

O Projeto Amanhecer, criado em 1996 para atender trabalhadores do Hospital Universitário (HU), realiza atendimentos à comunidade universitária desde 2004, com práticas integrativas-complementares, terapias alternativas e assistência psicológica. “Terapias Integrativas e Complementares são modalidades, ou um conjunto de terapêuticas naturais, cujo objetivo é, paralelamente ao tratamento médico convencional, estimular a busca do equilíbrio da pessoa em todos os aspectos: físico, mental, emocional, energético e espiritual. Sempre dentro de uma visão holística, que considera o indivíduo por inteiro”, explica a coordenadora Marilda Nascimento.

Entre as principais terapias ofertadas pelo Projeto Amanhecer utilizadas para controle da dor estão Massoterapia, Reflexologia, Cromoterapia, Geoterapia, Hidroterapia e Acupressura – técnicas relacionadas à Naturologia; Crânio-Sacral; Osteopatia; Auriculopuntura; Massagem Medicinal; Reiki; Massagem Ayurvédica; Terapia de Pedras Quentes; Hatha Yoga e outras que envolvam práticas de meditação. “Alguns pacientes relatam melhora logo nas primeiras sessões do tratamento, enquanto outros necessitam de um atendimento mais longo e frequente”, pontua Marilda.

Dores reumáticas e nas articulações, enxaquecas e outras causadas pelo estresse são exemplos dos desconfortos que costumam ser relatados pelos pacientes e tratados com as Terapias Integrativas e Complementares do Projeto Amanhecer. De acordo com a coordenadora, além da ação física promovida pelo toque em pontos específicos do corpo e de uma abordagem esclarecedora e educativa, que valoriza o relacionamento terapeuta-paciente e a comunicação com acolhimento, escuta e suporte, as Terapias Integrativas e Complementares estimulam o autocuidado, elevam a autoestimado paciente e o impulsionam a participar ativamente na busca do equilíbrio da saúde e de bem-estar.

Bruna Bertoldi Gonçalves / Jornalista da Agecom / UFSC

Foto destaque: dor crônica

 

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Pós em Jornalismo realiza 6ª Jornada Discente e homenageia Nilson Lage
Publicado em 6 de dezembro de 2016

A Jornada Discente do Programa de Pós-Graduação em Jornalismo (Posjor) da UFSC chega à sexta edição. O encontro reunirá mais de 30 mestrandos e doutorandos do programa, de 6 a 9 de dezembro, que irão apresentar temas relacionados aos seus projetos de pesquisa, estimulando o debate e intercâmbio científico entre discentes e docentes.

O evento é organizado na forma de seminário, com apresentações divididas em mesas temáticas, mediadas pelos professores, e momento para debate e troca de experiências relacionadas à pesquisa em Jornalismo. Qualquer pessoa interessada pode participar do evento, como ouvinte.

Além das apresentações, a Jornada traz palestras com pesquisadores, debates com profissionais e representantes de órgãos de classe, exposições e atividades de integração. Neste ano, a programação conta com homenagem ao trabalho e à obra do professor Nilson Lage, que durante mais de 15 anos atuou como docente e pesquisador na UFSC.

A organização da Jornada Discente, bem como a edição do Caderno de Resumos (anais com resumos ampliados) é realizada por uma Comissão escolhida anualmente para essa finalidade e composta por mestrandos, doutorandos, pós-doutorandos e professores vinculados ao Posjor.

Confira a programação da 6ª Jornada Discente.

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Pós em Antropologia Social realiza colóquio Antropologia, Política e Direitos Diferenciados
Publicado em 6 de dezembro de 2016

O Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social irá promover o colóquio Antropologia, Política e Direitos diferenciados. O evento será realizado nos dias 7 e 8 de dezembro, e contará com o encontro de antropólogos e lideranças indígenas e quilombolas para discutir a questão dos direitos diferenciados no atual momento político brasileiro.

COloquioDireitosDiferenciadosCartazSite

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Funcionamento da UFSC durante o Vestibular
Publicado em 6 de dezembro de 2016

A UFSC divulgou o horário de funcionamento da instituição durante o Vestibular 2017 da instituição. Os centros de ensino onde forem aplicadas terão atendimento suspenso no dia 12, segunda-feira. Os outros locais da universidade  terão expediente, conforme Portaria 89/2016.

Mais informações: memohorariovestibular

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Laboratório de Urbanismo desenvolve vídeo sobre plantas medicinais
Publicado em 5 de dezembro de 2016

Visando compreender a interação entre sociedade e natureza, o Laboratório de Urbanismo, do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade, desenvolveu o “Semeando Cultura no Jardim”, um vídeo educativo sobre paisagem cultural e plantas medicinais e aromáticas.

A preservação do conhecimento popular sobre a natureza, o cultivo, as crenças e usos das plantas medicinais e aromáticas, estudadas com enfoque da paisagem cultural, pode evocar o passado de forma reflexiva, valorizar a memória local, como forma de manutenção de uma identidade social presente e viva. A análise da paisagem cultural, categoria espacial reveladora dos modos de viver e conceber a vida, consiste numa nova perspectiva, que se fundamenta nas interações entre os aspectos natural e cultural, material e imaterial.

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Palestras do 1º Colóquio de Direito e Arte estão disponíveis no Youtube
Publicado em 5 de dezembro de 2016

O 1º Colóquio de Direito e Arte da UFSC, evento interdisciplinar que foi realizado nos dias 9, 10 e 11 de novembro, já tem suas palestras disponíveis no Youtube. Os vídeos das doze palestras realizadas no Colóquio estão disponíveis no canal do Anátema: Direito e Arte, grupo de extensão do Centro de Ciências Jurídicas.

As palestras foram subdivididas em três eixos temáticos, todos interligando o ensino jurídico às áreas culturais: Direito e Música; Direito, Cinema e Audiovisual; e Direito, Linguística e Literatura. A lista completa dos palestrantes pode ser encontrada no site oficial do evento.

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Hospital Universitário divulga número de inscrições para concurso público
Publicado em 5 de dezembro de 2016

O Hospital Universitário (HU/UFSC), vinculado à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) divulgou o quantitativo de inscrições homologadas para o concurso que vai selecionar profissionais para o Hospital.

O concurso público será realizado no dia 18 de dezembro de 2016 (domingo) e visa o preenchimento de 421 vagas distribuídas nas seguintes áreas – 119 vagas na área médica; 287 vagas na área assistencial; e 15 vagas na área administrativa.

As inscrições totalizaram 29.778, sendo homologadas 18.277. Para a área médica foram homologadas 1.083, na área assistencial, 12.118, e para a administrativa, 5.076.

Os Editais Normativos na íntegra e outras publicações referentes ao concurso público estão disponíveis nos sites www.ibfc.org.br e www.ebserh.gov.br.

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5º Seminário de Grupos de Pesquisa sobre Crianças e Infâncias debate ética e diversidade
Publicado em 5 de dezembro de 2016

[Imagem: Divulgação]

[Imagem: Divulgação]

O Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Infância, Educação e Escola (GEPIEE), em conjunto com o Centro de Ciências da Educação (CED), está organizando o V Seminário de Grupos de Pesquisa sobre Crianças e Infâncias (GRUPECI). O evento ocorrerá entre os dias 6 e 9 de dezembro, no Centro de Eventos da Universidade, e contará com o tema “Ética e Diversidade na Pequisa Educacional com Crianças e Infâncias”. Mais informações podem ser encontradas no site da organização.

Com edições bianuais, o Seminário conta com a leitura de artigos e discussões sobre os temas, com participantes inscritos de todo o país. O objetivo do evento é fortalecer a produção de material acadêmico dos grupos de pesquisa, favorecendo a troca de informações entre os participantes e desenvolvendo este campo de estudo.

Confira abaixo os horários da programação:

Terça-feira (6):

Credenciamento – a partir das 14h.
19h – Sessão de Abertura com Apresentação Artística. (Coral NDI 30min)
20h – Mesa de Abertura: Ética e Diversidade na Pesquisa Educacional com Crianças e Infâncias
Palestrantes: Prof. Dr. João Batista Carvalho Nunes (UECE), Profa. Dra. Rita Marisa Ribes Pereira (UERJ) e Profa. Dra. Maria Carmen Silveira Barbosa (UFRGS)

Quara-feira (7):

Manhã
8h às 10h – Sessões de Comunicação oral (distribuídas por eixos temáticos)
Coffee Break
10:30h às 12:30h – Sessões de Comunicação oral (distribuídas por eixos temáticos)

Tarde
14h às 16h – Sessões de Comunicação oral (distribuídas por eixos temáticos)
Coffee Break
16h30min às 18:30h – Sessões de Comunicação oral (distribuídas por eixos temáticos)

Noite
18h às 19h Reunião dos Coordenadores dos Grupos de Pesquisa
19h – Lançamento de livros
19h – Sessão Cinema e Ética (Auditório) Palestrante: Luiza Lins – Responsável pela Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis (Confirmar com Gilka)

Quinta-feira (8):

Manhã
8h às 10h – Sessões de Comunicação oral (distribuídas por eixos temáticos)
Coffee Break
10:30h às 12:30h – Sessões de Comunicação oral (distribuídas por eixos temáticos)

Tarde
14h às 16h – Sessões de Comunicação oral (distribuídas por eixos temáticos)
Coffee Break
16:30h às 18:30h – Sessões de Comunicação oral (distribuídas por eixos temáticos)

Noite
19h – Visita à Barca dos Livros – Lagoa da Conceição
20:30h – Jantar por Adesão (Restaurante Ponta das Caranhas – Lagoa da Conceição)

Sexta-feira (9)

Manhã
8h Mesa de Encerramento: Ética e Diversidade na Pesquisa Educacional com Crianças e Infâncias: Limites e Possibilidades.
Palestrante: Profa. Dra. Sonia Kramer (PUC/Rio).
10h Coffee Break
10:30h às 13:00h – Assembleia (avaliação, síntese e encaminhamentos).
Coordenação: Diana Carvalho de Carvalho (UFSC), Jucirema Quinteiro
(UFSC).

Gabriel Daros Lourenço/Estagiário de Jornalismo/Agecom/UFSC

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Projeto 12:30 encerra as atividade do ano com o som de Mustache Maia
Publicado em 5 de dezembro de 2016

O Projeto 12:30 realizará sua última apresentação de 2016 na próxima quarta-feira, dia 7 de dezembro, o com o já conhecido blues de Mustache Maia. O cantor e baixista é acompanhado de Luis Mega, no teclado, Wilson Souza, na bateria e Juliano Rosa, na guitarra. O show é gratuito, aberto à comunidade e será realizado às 12h30 no Varandão do Centro de Comunicação e Expressão (CCE) da Universidade Federal Santa Catarina, em Florianópolis.

Mustache Maia fecha o Projeto 12:30 em 2016. Foto: Divulgação

Mustache Maia fecha o Projeto 12:30 em 2016. Foto: Divulgação

Mustache Maia

Natural de Porto Alegre (RS), o vocalista, baixista, compositor e letrista, com 28 anos na estrada do blues, começou na cena musical gaúcha participando da antológica Ecos do Mississipi, uma das principais bandas que abriram as portas para o gênero em 1988. Após a dissolução do grupo em 1990, Mustache reuniu nomes de peso para desenvolver novo trabalho: a Blues Band. Como havia uma inflação de bandas com a terminação “blues band” surgindo no cenário portoalegrense, Mustache repensou a identidade e o nome da banda – surgiu então a Old Friend’s Blues.

Já em Florianópolis, Mustache foi convidado para fazer vocal e baixo na Floripa Blues Band, decidindo, então, montar uma nova Old Friend’s Blues, com seu velho companheiro Pé Lopes, na bateria, e Armandinho de Floripa, na guitarra.

Em agosto de 2001, Mustache participou – com a Old Friend’s Blues e como convidado da Floripa Blues Band – do Tim Blues Festival. Na última noite, no teatro do CIC, tocou ao lado de Big Gilson, da Big Allanbik, e convidados no tributo a John Lee Hooker. Já em 2002, elaborou o projeto Lendas do Blues, que consiste em shows especiais sobre grandes artistas do blues norte-americano (Tributo a Freddie King, Tributo a Albert King, Tributo a Muddy Waters e Homenagem a Buddy Guy e B.B King foram realizados com sucesso).

Como produtor, fez o Encontro do Blues Ilhéu (quatro edições), Merco Blues (duas edições), Floripa Blues Festival (duas edições), Quintas Summer Blues (duas edições) e o Summer Blues (duas edições).

Projeto 12:30

Realizado pelo Departamento Artístico-Cultural (DAC) da Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), o Projeto 12:30 apresenta, quinzenalmente, às quartas-feiras, durante o período letivo, atrações culturais gratuitas, como música, dança e teatro, no Varandão do Centro de Comunicação e Expressão (CCE).

Artistas e grupos interessados em se apresentar no projeto devem entrar em contato com o DAC pelos telefones (48) 3721-9447 ou 3721-3853, ou pelo e-mail projeto1230@contato.ufsc.br

Serviço:

O quê: apresentação do músico Mustache Maia.

Quando: quarta-feira, 7 de dezembro de 2016, às 12h30min.

Onde: Projeto 12:30, no Varandão do CCE, Praça da Cidadania, campus da UFSC no bairro Trindade, Florianópolis (SC).

Quanto: gratuito e aberto à comunidade.

Contato: Projeto 12:30 – Departamento Artístico-Cultural (DAC) / Igrejinha da UFSC, Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis (SC) / (48) 3721-2497, 3721-9447 e 3721-3853 / www.dac.ufsc.br

Mustache Maia: mustachemaia@hotmail.com

 Clara Comandolli de Souza /Estagiária de Jornalismo/DAC/SeCArte/UFSC

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Administração Central faz reunião de emergência para avaliar consequências do temporal em Florianópolis
Publicado em 4 de dezembro de 2016

O reitor Luiz Carlos Cancellier de Olivo e a vice-reitora, Alacoque Lorenzini Erdmann, reuniram na tarde deste domingo, 4 de dezembro, a equipe de pró-reitores e secretários para uma avaliação de emergência quanto às consequências do temporal e dos ventos com mais de 100 km por hora, ocorridos na madrugada de sábado para domingo, na região da grande Florianópolis.

Estragos na UFSC: Foto: Luiz Carlos Cancellier de Olivo/UFSC

Estragos na UFSC: Foto: Luiz Carlos Cancellier de Olivo/UFSC

Pelos primeiros relatos os maiores problemas ocorreram no Centro de Desportos (CDS), onde houve destelhamento do ginásio da piscina, na Biblioteca Universitária, em que também houve rompimento de vidraças e infiltração de água. Na moradia estudantil a queda de uma árvore bloqueou parcialmente o portão de acesso. Várias outras árvores foram arrancadas em diferentes pontos do campus Florianópolis, bairro Trindade.

CDS foi destelhado pelos fortes ventos. Crédito: Luiz Carlos Cancellier de Olivo/UFSC

CDS foi parcialmente destelhado pelos fortes ventos. Foto: Luiz Carlos Cancellier de Olivo/UFSC

Além disso, a falta de energia por várias horas provocou o cancelamento do almoço de domingo no Restaurante Universitário (RU) e a perda de aproximadamente uma tonelada de alimentos que estavam estocados na câmara fria do restaurante. No Hospital Universitário a falta de luz também pôs em risco procedimentos, mas com a retomada da energia ainda na manhã deste domingo, as atividades foram normalizadas.

Levantamento mais preciso dos estragos será feito nesta segunda. Foto: Luiz Carlos Cancellier de Olivo/UFSC

Levantamento mais preciso dos estragos será feito nesta segunda. Foto: Luiz Carlos Cancellier de Olivo/UFSC

O Reitor já encaminhou solicitação aos Pró-Reitores, Secretários e Diretores de Centro para que nesta segunda feira, 5 de dezembro, reportem as situações detalhadamente de cada unidade, de modo a ter um levantamento mais preciso dos danos.

Outra situação afetada foi a aplicação do estudo preliminar/ENEM – Libras, organizado pela Coperve, que acabou cancelado por conta da falta de energia. No Centro Socioeconômico (CSE) um toldo, destinado à instalação de food trucks, foi completamente danificado pelo vento.

Toldo veio abaixo com o temporal.

Toldo do CSE veio abaixo com o temporal. Foto: Luiz Carlos Cancellier de Olivo/UFSC

Desde as primeiras horas deste domingo, a equipe da Secretaria de Segurança Institucional manteve permanente contato com os setores de segurança pública e Celesc, para informar sobre as consequências do temporal na UFSC. Ainda na tarde deste domingo as primeira providências para limpeza e remoção de entulhos foram tomadas. As obras de recuperação, que demandam contratação, iniciam na segunda-feira.

Fotos: Luiz Carlos Cancellier de Olivo/UFSC

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Cancelada a apresentação da peça “Otelo não está morto” no Colégio de Aplicação
Publicado em 4 de dezembro de 2016

O Grupo de Teatro  Segue Reto e a direção do Colégio de Aplicação informam que, em função dos fortes ventos e da chuva que atingiram a região da Grande Florianópolis nas últimas horas, a peça “Otelo não está morto”, prevista para ser encenada neste domingo, às 19 horas, foi cancelada. A organização conta com a compreensão de todos e pede desculpas pelo incômodo.

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‘A Cor da Nossa Tela’ e o encontro com a pluralidade artística
Publicado em 3 de dezembro de 2016

Obras de diferentes tempos e linguagens. Em comum, autores que têm uma ligação com Santa Catarina. Esta é a exposição “A Cor da Nossa Tela”, que fica até o dia 16 de dezembro na reitoria da UFSC.

Uma oportunidade única de conhecer trabalhos de Rodrigo de Haro, Albertina Prates, George Peixoto, Vera Sabino, Flávia Fernandes, Tércio da Gama, Idésio Leal, Mônica Priori, Ivan de Sá, Ivan Alves Pereira, Marco Giacomelli, Juliana Hoffmann, Rubens Oestroem e Patrícia di Loreto.

“É muito interessante ver um desenho antigo e outro mais contemporâneo, o que os artistas estão usando como expressão, o que eles têm em comum, acho maravilhoso”, diz Flávia Fernandes.

Já Ivan de Sá destaca os documentários que originaram a exposição. “Eles dão uma ideia maior do trabalho do artista, mostra seu território, o lugar onde trabalha, a trajetória criativa, os temas que ele foca e como se inspira”.

A exposição tem curadoria de Joi Cletison, é organizada pela Secretaria de Cultura e Arte da UFSC e do Museu da Escola Catarinense (MESC/UDESC),  com apoio da TV UFSC, que desde 2015 produz a série “A Cor da Nossa Tela”. “Com produções assim, a emissora, mesmo com suas limitações, exerce o papel que é da TVs públicas, de retratar a arte, cultura e ciência”, afirma Zeca Nunes Pires, idealizador e diretor da série na TVUFSC.

Na abertura, dia 30, presenças do reitor Luiz Carlos Cancellier de Olivo, da vice-reitora Alacoque Lorenzini Erdmann, da secretária de Cultura e Arte da UFSC, Maria de Lourdes Borges, do diretor da TV UFSC, Felipe Laval e de Sandra Meyer, que dirige o Memorial Meyer Filho.

:: Exposição A Cor da Nossa Tela

Datas: Até 16 de dezembro de 2016

Horários de visitação: 8h às 18h

Local: Hall da Reitoria da UFSC. Campus Reitor João David Ferreira Lima, bairro Trindade, Florianópolis (SC)

 

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Pós em Ciência dos Alimentos recebe inscrições até 9 de dezembro
Publicado em 1 de dezembro de 2016

O Programa de Pós-Graduação em Ciência dos Alimentos divulgou o edital do processo seletivo para ingresso no primeiro semestre de 2017.

As inscrições para mestrado e doutorado vão até 9 de dezembro.

Mais informações na página do programa.

 

 

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