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Trabalhos do Pibic Ensino Médio carregam histórias de vida e o futuro da pesquisa científica
Publicado em 24 de outubro de 2014

Alunos do Ensino Médio mostraram seus trabalhos  - Foto Henrique Almeida

Alunos do Ensino Médio mostraram seus trabalhos – Foto Henrique Almeida

Na última sexta-feira, o 4º Seminário de Iniciação Científica do Ensino Médio concluiu a SIC (Semana de Iniciação Cientifica), que integra a 13ª Semana de Pesquisa e Extensão (Sepex) –, no piso superior do Centro de Cultura e Eventos da UFSC. Com apresentações orais no auditório da Reitoria e apresentação de painéis na Sala Aroeira do piso superior do Centro de Cultura e Eventos, ocorrerá a apresentação dos painéis confeccionados pelos alunos participantes os alunos do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic) Ensino Médio tiveram a chance de mostrar os resultados de suas pesquisas. Escolas de outras cidades do estado também puderam enviar os seus trabalhos para a mostra. As participantes desta edição são a Escola de Educação Básica Getúlio Vargas (Curitibanos), o Colégio de Aplicação da UFSC ( Florianópolis), a Escola de Educação Básica Professora Jandira D’Ávila (Joinville), a Escola de Educação Básica Maria Garcia Pessi (Araranguá), o Colégio Estadual Osvaldo Aranha (Joinville) e a Escola de Ensino Médio Deputado Nagib Zattar (Joinville).

Cada apresentação mostrou um jeito diferente de ver a pesquisa, uma ângulo especial, uma história de vida particular e o começo de uma caminhada em direção ao futuro. Fomos conhecer de perto cinco desses trabalhos e seus autores:

Pibic Ensino Médio no 4º SIC: sonho de voar faz estudante colocar os pés no chão

Pibic Ensino Médio no 4º SIC: a teimosia para enfrentar os estereótipos

Pibic Ensino Médio no 4º SIC: estudo das águas de Sombrio desperta para a pesquisa científica

Pibic Ensino Médio no 4º SIC: demonstração das Leis de Newton ajuda na reação contra timidez

Pibic Ensino Médio no 4º SIC: da corrida espacial à engenharia naval

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Pibic Ensino Médio no 4º SIC: sonho de voar faz estudante colocar os pés no chão
Publicado em 24 de outubro de 2014

Leonardo da Costa Rankel sonha em ser piloto - Foto Henrique Almeida

Leonardo da Costa Rankel sonha em ser piloto – Foto Henrique Almeida

O estudante Leonardo da Costa Rankel, 18 anos, estudante do 2º ano do Ensino Médio na Escola de Educação Básica Getúlio Vargas, não usa meias palavras para descrever a importância do seu desejo de infância: “querer ser piloto de avião salvou a minha vida”, diz. Suas fotos de criança mostram-no sempre carregando aviõezinhos, nunca carrinhos, e os passeios preferidos eram quando o pai, suboficial da Aeronáutica, levava-o para a Base Aérea. Até perceber que talvez não estivesse no caminho da profissão com que sonhava. “Eu era… malandrinho. Comecei a me envolver ganguezinhas, pixava muro e tal e acabei reprovando na quinta série”, lembra.

Decidiu então concentrar-se nos estudos, principalmente de matemática e exatas, pois sabia que seriam fundamentais para conseguir cursar a Escola Preparatória de Cadetes da Aeronáutica. Acabou gostando tanto que, se por acaso não conseguir ser piloto, pretende cursar Engenharia Mecânica. “Eu sei que é um vestibular difícil, mas também sei que posso. Não me acho mais inteligente que os outros, me acho determinado”, explica. Usa essa mesma tenacidade para aprender a tocar instrumentos musicais: tem uma banda e sua posição oficial é nos teclados, mas, se precisar, assume também a bateria. “Nunca tive aulas, não posso dizer que sei tocar de verdade, mas fui aprendendo na raça”, resume.

O projeto que ele apresentou tem tudo a ver com esse amor pela aviação: “Alvorecer da Aviação na Ilha de Santa Catarina” rememora a história da Base Aérea de Florianópolis nos anos entre 1900 e1950; fala do impacto que teve na então minúscula cidade, a utilização de aviões na Guerra do Contestado, os acordos com os Estados Unidos, a presença de pilotos estrangeiros e outros detalhes. “A população ficou perplexa diante da nova tecnologia”, explica, citando datas e informações sem ler no telão.

Conheça outros trabalhos:

Pibic Ensino Médio no 4º SIC: a teimosia para enfrentar os estereótipos

Pibic Ensino Médio no 4º SIC: estudo das águas de Sombrio desperta para a pesquisa científica

Pibic Ensino Médio no 4º SIC: demonstração das Leis de Newton ajuda na reação contra timidez

Pibic Ensino Médio no 4º SIC: da corrida espacial à engenharia naval

Fabio Bianchini/Jornalista da Agecom/DGC/UFSC
fabio.bianchini@ufsc.br

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Pibic Ensino Médio no 4º SIC: estudo das águas de Sombrio desperta para a pesquisa científica
Publicado em 24 de outubro de 2014

Futuras pesquisadoras: (e-d) Gergiane, Jaquelini, Mayara e Juliana - Foto Henrique Almeida

Futuras pesquisadoras: (e-d) Gergiane, Jaquelini, Mayara e Juliana – Foto Henrique Almeida

“Ainda vou descobrir a cura para alguma doença”, promete Gergiane Teixeira, 17 anos, da Escola de Educação Básica Profª. Maria Garcia Pessi, em Araranguá. O entusiasmo recém-descoberto pela pesquisa é compartilhado com as colegas de 3º ano do Ensino Médio: Juliana da Rosa, 17, Mayara Sartori (16) e Jaquelini Teixeira (17), com quem apresentou a pesquisa “Estudos do Potencial Tóxico das Águas de Rios do Município de Sombrio”. A outra integrante do grupo, Bruna Estevam, não pôde vir a Florianópolis.

As cinco coletaram amostras de água dos rios que desaguam na Lagoa do Sombrio, no Sul do Estado, em quatro pontos diferentes, desde a nascente em uma cachoeira até o ponto logo depois de ter passado por todo município de Sombrio e recebido estogo em vários locais. Retiraram amostras de cada um desses pontos em cada uma das quatro estações do ano e testaram a reação e o desenvolvimento de brotos de cebola, sementes de alface e artêmias (pequenos crustáceos de até um centímetro utilizados na alimentação de peixes) com essa água. Observaram então que não houve diferenças e, portanto, não há evidências de toxicicidade nessa água.

Mesmo assim, garantem, não entrariam no rio no trecho depois de atravessar a cidade. “O aspecto já é outro, o cheiro também”, diz Jaquelini. “Só se fosse na parte da cachoeira, que é limpinha”, diz Juliana. Para elas, é importante continuar o trabalho, avaliando a água do rio logo após receber o despejo da água usada no cultivo de arroz na região, mas essa é uma tarefa que deixarão para a próxima turma. No ano que vem, já esperam estar na universidade, cada uma em um curso diferente, mas ainda unidas pela determinação: querem ser cientistas.

Conheça outros trabalhos:

Pibic Ensino Médio no 4º SIC: sonho de voar faz estudante colocar os pés no chão

Pibic Ensino Médio no 4º SIC: a teimosia para enfrentar os estereótipos

Pibic Ensino Médio no 4º SIC: demonstração das Leis de Newton ajuda na reação contra timidez

Pibic Ensino Médio no 4º SIC: da corrida espacial à engenharia naval

Fabio Bianchini/Jornalista da Agecom/DGC/UFSC
fabio.bianchini@ufsc.br

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Pibic Ensino Médio no 4º SIC: demonstração das Leis de Newton ajuda na reação contra timidez
Publicado em 24 de outubro de 2014

Crianças acompanharam atentas a explicação - Foto Henrique Almeida

Crianças acompanharam atentas a explicação – Foto Henrique Almeida

Quando lembra da apresentação oral que fez na manhã de sexta-feira no Auditório da Reitoria, o estudante Leandro de Amorim Maia, 17 anos, da Escola de Educação Básica Professora Jandira D’Ávila, de Joinville, chega perto de ruborizar. “Às vezes ainda fico nervoso quando falo para muita gente, começo a olhar para um, depois para outro, e me perco”, explica. Entretanto, a frase não combina com a cena que se via de tarde, quando ele, desenvolto e confortável, mostrava o pôster de seu projeto para um grupo de crianças na Sala Aroeira, no Centro de Cultura e Eventos.

“É engraçado, nunca fui assim dinâmico, mas fiquei muito tranquilo com o interesse e a vontade de aprender que eu via neles. Antes daqui, levei essa apresentação para escolas lá em Joinville e também era assim”, conta. O projeto era “Aplicação de conceitos de física com o uso da robótica”, descrição de um sistema de pesos, peças encaixáveis e polias que serve para ilustrar aulas de física e facilitar a visualização das Leis de Newton. O caráter didático, que oferece descobertas em cada passo do processo, é o que atrai e prende a atenção das crianças, acredita.

O projeto motivou-o a escolher as carreiras de Mecatrônica ou Química a partir do próximo ano, quando começa o Ensino Superior. Além do interesse pela pesquisa e ciência e do contato com o método, a experiência de descobrir a autoconfiança e a capacidade de lidar com sua própria timidez é a outra herança de seu envolvimento com o Pibic. “Foi um aprendizado muito rico. Eu apresentava meu trabalho para os professores, para os colegas e para quem estivesse no laboratório. E acho que esse desembaraço vai ser importante para a minha vida universitária”, prevê.

Conheça outros trabalhos:

Pibic Ensino Médio no 4º SIC: sonho de voar faz estudante colocar os pés no chão

Pibic Ensino Médio no 4º SIC: a teimosia para enfrentar os estereótipos

Pibic Ensino Médio no 4º SIC: estudo das águas de Sombrio desperta para a pesquisa científica

Pibic Ensino Médio no 4º SIC: da corrida espacial à engenharia naval

Fabio Bianchini/Jornalista da Agecom/DGC/UFSC
fabio.bianchini@ufsc.br

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Pibic Ensino Médio no 4º SIC: a teimosia para enfrentar os estereótipos
Publicado em 24 de outubro de 2014

Carol Gomez falou sobre a objetificação da mulher - Foto Henrique Almeida

Carol Gomez falou sobre a objetificação da mulher – Foto Henrique Almeida

O tema escolhido por Carol Gómez, 18 anos, está relacionado a um assunto que a interessa desde o final do Ensino Fundamental: o feminismo e relações de gênero. Com o chamativo nome “A mulher não precisa do homem, precisa de Bombril!”, ela analisou a representação da mulher nas propagandas apresentados no Horário Nobre da Rede Globo. Para isso, além de observar os comerciais exibidos no horário durante três dias, ela utilizou questionários com jovens, entrevistas e análise de discurso. “A gente queria observar como as diferenças de idades, de ser meninou ou menina fariam as pessoas responder diferente”, diz.

Na sua apresentação, Carol observou como o discurso publicitário comumente coloca a mulher na posição de objeto sexual a ser vendido com o produto ou como produto, como conquista que o símbolo de status a ser vendido ajudará a obter, como mãe e como dona de casa. Ela também destaca a impressão nas entrevistas de que muitos enxergam essa situação como algo que se tornou natural ou, mesmo que indesejável, ajuda a atingir os objetivos da publicidade. “Ver como meus colegas reagem a essas coisas me faz refletir não só sobre o que eu vejo, mas também sobre o que eu quero fazer para mudar isso”, pondera.

A estudante do Colégio de Aplicação da UFSC coloca uma viagem de estudos a Minas Gerais na 7ª série como ponto inicial para a atenção que dedica à observação dos tratamentos de gênero. Na ocasião, foram estudar a Inconfidência Mineira e ela fez o vídeo “As Faces Desconhecidas das Inconfidentes”, sobre a atuação das mulheres no evento histórico, que nunca foi reconhecida e não aparece nos livros escolares. “Mas também eu sempre fui teimosa, sempre discuti muito essas coisas em casa, com todo mundo. E acho importante que no Aplicação a gente sempre tenha espaço para esses debates”.

Conheça outros trabalhos:

Pibic Ensino Médio no 4º SIC: sonho de voar faz estudante colocar os pés no chão

Pibic Ensino Médio no 4º SIC: estudo das águas de Sombrio desperta para a pesquisa científica

Pibic Ensino Médio no 4º SIC: demonstração das Leis de Newton ajuda na reação contra timidez

Pibic Ensino Médio no 4º SIC: da corrida espacial à engenharia naval

Fabio Bianchini/Jornalista da Agecom/DGC/UFSC
fabio.bianchini@ufsc.br

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Pibic Ensino Médio no 4º SIC: da corrida espacial à engenharia naval
Publicado em 24 de outubro de 2014

Pibic ajudou Victória a conhecer a UFSC Joinville - Foto Henrique Almeida

Pibic ajudou Victória a conhecer a UFSC Joinville – Foto Henrique Almeida

Victória Dolores Below também é da Professora Jandira D’Ávila, em Joinville, assim como Leandro de Amorim Maia. E também escolheu para seu trabalho uma demonstração mais realista de conceitos e fundamentos abstratos. Então, desenvolveu Space Race, um jogo que coloca em disputa a corrida pela construção de espaçonaves. Para desenvolver a competição, utilizou dados da verdadeira corrida espacial e do aparato tecnológico de diversos países, inclusive o Brasil, que tem os centros de lançamento em Barreira do Inferno, no Rio Grande do Norte, e Alcântara, no Maranhão.
“Eu preferi essa área quando tomei contato com o Pibic porque são assuntos que me interessam mais, que eu conheço mais. Sempre tive facilidade com ciências exatas”, diz. A interação com o programa aproximou-a também da UFSC Joinville, que ela não conhecia bem. “Fui olhar melhor os cursos que são oferecidos no campus de lá, os programas. E acabei sendo atraída pelo de Engenharia Naval, é o que eu quero fazer”, antecipa.

Conheça outros trabalhos:

Pibic Ensino Médio no 4º SIC: sonho de voar faz estudante colocar os pés no chão

Pibic Ensino Médio no 4º SIC: a teimosia para enfrentar os estereótipos

Pibic Ensino Médio no 4º SIC: estudo das águas de Sombrio desperta para a pesquisa científica

Pibic Ensino Médio no 4º SIC: demonstração das Leis de Newton ajuda na reação contra timidez

Fabio Bianchini/Jornalista da Agecom/DGC/UFSC
fabio.bianchini@ufsc.br

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Dia do Servidor Público: 28 e 29 de outubro não haverá expediente na UFSC
Publicado em 24 de outubro de 2014

28 de outubro – Dia do Servidor Público

Nos dias 27 e 28 de outubro (segunda e terça-feira) não haverá expediente na UFSC, exceto nos setores onde houver a prestação de serviços essenciais à comunidade.

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Fotografia: exposição ‘Cães sem Diploma: Lattes que eu tô passando’
Publicado em 24 de outubro de 2014

A exposição “Cães sem diploma: Lattes que eu tô passando”, do curso de Museologia da UFSC, iniciou-se no dia 22 de outubro e permanece até 1º de novembro, das 10h às 19h, no Centro de Convivência da Universidade. A proposta dos alunos da 6ª fase é provocar a reflexão e a discussão sobre o abandono de animais, relação de afetividade, questões legais e de experiências científicas, a partir dos UFSCães.

Confira as fotos da exposição:


Mais informações:

Blog: https://caessemdiploma.wordpress.com/
Facebook: https://www.facebook.com/caessemdiploma
E-mail: caessemdiploma@gmail.com

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UFSC no Instagram: confira as fotos da semana do Projeto 365
Publicado em 24 de outubro de 2014

A UFSC segue com o Projeto 365 em seu Instagram oficial (@universidadeufsc), publicando diariamente uma foto do cotidiano da Universidade. Além do 365, toda quinta-feira estão sendo postadas fotos históricas da instituição.

Confira as fotos da semana do Projeto 365:

Foto: Carla Costa/Agecom/DGC/UFSC

Foto: Paloma Gomide/Estagiária de Cinema/Agecom/UFSC

Foto: Jair Quint/Agecom/DGC/UFSC

Foto: Henrique Almeida/Agecom/DGC/UFSC

Foto: Paloma Gomide/Estagiária de Cinema/Agecom/UFSC

Foto: Carla Costa/Agecom/DGC/UFSC

Foto: Jair Quint/Agecom/DGC/UFSC

 

Siga @universidadeufsc no Instagram e acompanhe as fotos da UFSC.

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Seminário no CFH debate temas sobre transgêneros nos dias atuais
Publicado em 24 de outubro de 2014

Exposição com obras de arte e citações ficou exposto no hall do CFH

Exposição com obras de arte e citações ficou exposto no hall do CFH. Foto: Henrique Almeida/Agecom/UFSC

Foi realizado nesta quinta-feira, no Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH), o Trans Days NIGS 2014, organizado pelo Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividade. O evento teve três rodas de discussões, duas delas sobre o uso do nome social dos transgêneros, a exibição do filme canadense Laurence Anyways, conferências e uma exposição de obras artísticas no hall do CFH.

Em uma das rodas, Arianna Sala, pós doutorando em Antropologia pela UFSC e consultora do MEC na área de educação e diversidade sexual, apresentou uma pesquisa com dados sobre o a utilização dos nomes sociais nas universidades brasileiras. Em muitas delas, não há uma legislação para emitir carteiras de estudante com nome social ou fazer a chamada nas aulas. A exceção fica na Univerisdade Federal da Bahia, onde, a partir de 2015, os alunos transsexuais poderão adotar o nome social em todos os registros e documentos da universidade.

Entre outros palestrantes estavam a atriz transsexual Maitê Schneider que irá apresentar em Curitiba a peça de teatro interativa “Escravagina”. Na peça, Maitê ficará nua enquanto conta a história da sua vida. Márcia Rocha,  empresária e primeira travesti da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e representante da Comissão da Diversidade Sexual da OAB, também esteve presente em uma roda de discussão. Márcia contou que a decisão de não tomar hormônios e fazer a mudança de sexo durante a adolescência foi fundamental para o sucesso da sua carreira profissional, já que “a sociedade não dá oportunidades para transgêneros, o que acaba gerando desempregos e marginalização”, acrescentou Márcia.

Felipe Freitas/Estagiário de Jornalismo da Agecom/UFSC

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Conselho Universitário: continuação de sessão extraordinária na quinta-feira, 30
Publicado em 24 de outubro de 2014

O Conselho Universitário informa que na próxima quinta-feira, 30 de outubro, às 14h, haverá a continuação da sessão extraordinária, iniciada em 14 de outubro, e a sessão ordinária, às 15h, na sala “Professor Ayrton Roberto de Oliveira” (Sala dos Conselhos). As sessões serão transmitidas ao vivo. Seguem as pautas:

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UFSC divulga edital de transferências e retornos com 2.570 vagas para cursos presenciais e 493 para EaD
Publicado em 24 de outubro de 2014

O Departamento de Administração Escolar (DAE) da UFSC divulgou nesta terça-feira, 21 de outubro, Edital referente à admissão por transferências e retornos para o primeiro período letivo de 2015. São 2.570 vagas para cursos presenciais e 493 vagas para cursos de Educação a Distância. O período de requerimento inicia nesta quarta, 22, e termina no dia 31 de outubro de 2014.

Mais informações no Edital  nº 27.

Site: dae.ufsc.br
Telefones: (48) 3721-9298/3721-9391/3721-6553/3721-6554

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SIC 2014: estudo analisa mulheres indígenas em movimentos sociais
Publicado em 24 de outubro de 2014

Andreia da Silva, da quinta fase de História da UFSC, apresentou nesta sexta-feira, 24 de outubro, seu estudo a respeito da trajetória de mulheres indígenas que se envolveram em movimentos sociais. A pesquisa analisou casos no Paraguai, Bolívia e Brasil.

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Andreia da Silva. Foto: Wagner Behr/Agecom/UFSC

O estudo foi desenvolvido durante um ano pela aluna Heloísa dos Santos no Laboratório de Estudos de Gênero e História (LEGH). Após esse período, Andreia da Silva foi convidada pela orientadora Joana Maria Pedro para continuar o projeto.

Nos quatro meses em que participou da pesquisa, a estudante interpretou entrevistas e analisou bibliografias sobre o tema. Concluiu que as mulheres indígenas sofriam repressão, em geral da família, quando participavam de movimentos sociais. Apesar disso, essas indígenas tiveram melhorias na educação, na área profissional e na saúde e apresentaram mais conhecimento sobre os direitos das mulheres.

Andreia pretende fazer mestrado e continuar na carreira acadêmica e iniciar outra pesquisa sobre mulheres em movimentos sociais, com foco nas ditaduras do Chile e do Brasil nos anos 70.

Tamy Dassoler/Estagiária de Jornalismo/DGC/UFSC

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Livro ‘Confecom – Os interesses em jogo’ será lançado dia 27 em Blumenau
Publicado em 24 de outubro de 2014

livro-itamarSó uma política pública de comunicação digna do nome, isto é, formulada e implementada a partir da vontade coletiva da sociedade, pode mudar o cenário político, social e cultural do Brasil. É o que pensa o professor e pesquisador Itamar Aguiar ao lançar a obra que desnuda e desmistifica os interesses que estiveram em jogo na 1ª Conferência Nacional de Comunicação. Militante político e engajado nas lutas sociais, o autor recupera os debates locais e nacionais, apresentando um raio-x da comunicação pública, estatal e privada do Estado, da região e do País. De quebra, brinda os leitores com uma análise das políticas de comunicação dos governos de Santa Catarina, São Paulo e do Governo Federal durante os mandatos de FHC, Lula e Dilma. Denuncia os gastos exagerados com publicidade e propaganda em detrimento dos investimentos em áreas sociais, e mostra que a desconcentração das verbas públicas, no caso catarinense, não passa de uma falácia. Coerente com a sua militância e as suas pesquisas e livros publicados, o cientista político faz o favor de mostrar aos leitores quem é e quem está por trás dos meios de comunicação de massa. 

Quando radiografa os oligopólios e monopólios da área, Itamar Aguiar não só escancara o jogo de interesses, mas aponta como entrave da democracia o poder de manipulação da ditadura midiática. A Conferência, que é uma exigência constitucional, também explicitou os interesses bilionários dos Fundos Setoriais das Telecomunicações, cujas verbas, por exemplo, não retornam aos cidadãos que pagam os impostos, muito menos financiam a comunicação pública do País.

A composição da mídia e a estruturação do mercado deixam o povo longe de uma comunicação livre, plural e democrática. Histórica ou não, independentemente do nível de participação popular da Conferência, a maioria dos brasileiros continua desconhecendo “o direito humano à informação e à comunicação por qualquer meio de expressão”.

Fruto de projeto de pesquisa aprovado pelo Departamento de Sociologia Política da UFSC, a publicação oferece farta e preciosa matéria-prima para os desafios que ainda afligem o sonho da plenitude democrática, enterrando, definitivamente, os entulhos e as viúvas da ditadura militar de 1964. Ao dar voz aos atores presentes, o livro retrata e reflete o pensamento da sociedade e prepara a pauta para a 2ª Conferência Nacional de Comunicação. A participação efetiva do povo definirá a política pública digna do nome, democratizando não só a comunicação, mas o próprio País.

A história pessoal, profissional, acadêmica e política de Itamar Aguiar sempre esteve ligada às lutas pela informação livre e plural. Foi assim como estudante no Curso de Jornalismo da UFSC, no movimento do Sindicato dos Jornalistas, na reportagem política e na Universidade. Em 1995 escreveu o clássico Violência e golpe eleitoral e recentemente publicou TV Brasil – Algo novo no ar. Participou também do livro Saber militante: teoria e crítica nas políticas de comunicação do Brasil, editado pela Intercom. No livro Confecom – Os interesses em jogo, o pesquisador vai além da comunicação. Mostra como a participação direta pode melhorar a vida das pessoas e aperfeiçoar o regime democrático. Citado pelo autor, Dominique Wolton avisa em Pensar a Comunicação que “não existe democracia sem comunicação livre”! Itamar Aguiar integrou a comissão organizadora estadual e foi delegado eleito da 1ª Conferência Nacional de Comunicação.

Moacir Loth/jornalista da Agecom/UFSC

Serviço:

Lançamento conjunto dos livros de autoria dos professores Itamar Aguiar (UFSC) e Roseméri Laurindo (Furb)

Data: 27 de outubro de 2014

Hora: 19h

Local: Auditório do bloco J/Furb

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Marcada para dia 29, às 9h30, licitação da UFSC com transmissão ao vivo
Publicado em 24 de outubro de 2014

O Departamento de Licitações (DPL), da Pró-Reitoria de Administração (Proad) da UFSC, agendou licitação com transmissão ao vivo para o próximo dia 29. O objetivo é aproximar a comunidade deste trabalho tão importante da instituição.

Os vídeos ficam armazenados no site do DPL, onde os certames podem ser vistos – link “licitações ao vivo”, em “assista aqui”, a partir do horário da agenda.

Próxima licitação:

RDC 008/2014 – Regime Diferenciado de Contratações

Data: 29 de outubro, às 9h30min
Objeto: Construção Blocos A e B e Bloco de Ligação Centro Tecnológico (CTC)
Requerente: CTC
Valor estimado para a contratação: R$ 8.222.943,99
Critério de Julgamento: Maior Desconto

Mais informações e notícias do DPL no site http://licitacoes.ufsc.br/.

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Sepex 2014: maior evento de divulgação científica de SC começa na próxima quarta
Publicado em 24 de outubro de 2014

PrintCoreografias de grupos de dança, peça teatral e apresentações de corais estão entre as atividades que serão oferecidas gratuitamente à comunidade entre os dias 29 de outubro e 1º de novembro na 13ª Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão (Sepex) da UFSC. A abertura oficial dos trabalhos está programada para as 13h30min. Em 2014, 18 atrações reforçam o caráter integrador da Semana, que é um dos maiores eventos de divulgação científica de Santa Catarina. Confira a programação artístico-cultural.

O Palco do Pavilhão da Sepex será estruturado na Praça da Cidadania, no Campus de Florianópolis, bairro Trindade, em frente ao prédio da Reitoria. Apresentações musicais e de dança com crianças do Núcleo de Desenvolvimento Infantil (NDI), alunos do Colégio de Aplicação (CA) e integrantes do Núcleo de Estudos da Terceira Idade (Neti) estão na programação. Durante a Semana, a comunidade poderá participar de atividades desenvolvidas pela equipe do projeto Terapeutas da Alegria, do Departamento de Saúde Pública da UFSC, e assistir a shows do Projeto 12:30, do Departamento Artístico Cultural (DAC).

O público poderá acompanhar, ao longo dos quatro dias, apresentações de dança do ventre, cigana e tribal, roda de Libras, manifestações artístico-culturais afrodescendentes e atividades de educação ambiental. O Madrigal e a Orquestra de Câmara da UFSC – projetos de extensão que promovem a música popular e erudita com a participação de alunos da graduação e da comunidade externa – integram as atividades artístico-culturais, com repertório nacional e internacional. Uma apresentação do coral da UFSC com clássicos da Música Popular Brasileira (MPB) também compõe a lista de atrações.

A programação completa está disponível no site http://sepex.ufsc.br/apresentacoes-artisticas-culturais/.

Mais informações pelo telefone (48) 3721-9021 ou pelo e-mail sepex@contato.ufsc.br.

A Sepex

A proposta da Sepex é promover o desenvolvimento intelectual e humano da sociedade por meio de uma mostra científica aberta ao público. Estudantes, técnicos e professores têm a oportunidade de compartilhar o conhecimento produzido em diversos campos. A primeira edição foi realizada em 2000. Trabalhos que abrangem comunicação, cultura, meio ambiente, tecnologia, saúde, educação, trabalho e direitos humanos serão apresentados em mais de 100 estandes.

Bruna Bertoldi Gonçalves/Jornalista/DGC/UFSC

imprensa.gr@contato.ufsc.br

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UFSCtock: festival gratuito com uma semana de arte e cultura dentro e fora da Universidade
Publicado em 24 de outubro de 2014

10409511_882212785137158_3608562413829872699_nDe 27 de outubro a 2 de novembro, será realizada a 6ª edição do festival de artes UFSCtock, cuja proposta de tema neste ano é #NaQuebrada. O caráter do festival continua o mesmo: mais uma vez ele é organizado por estudantes de maneira independente. A novidade são as atividades fora do espaço da universidade, ocupando as ruas. Serão 7 dias de exposições de artes visuais, debates, teatro, oficinas, cinema e muita, muita música. O objetivo é abranger temas relacionados ao espaço urbano e à cultura da periferia, além de criar um espaço onde artistas possam mostrar o seu trabalho, e o público, vivenciar uma semana de arte e cultura gratuitamente.

Segunda (27/10)

17h30min: Performance “Senzala”
Vozes de Zambi – Direção: Leandro Batz e Roberta Lira
Local: Esquina Democrática – Centro

18h: Maracatu com Arrasta Ilha
Local: Esquina Democrática – Centro

Terça (28/10)

14h: Pintar a “Rua Pintada”
Local: Praça da Cidadania

19h: Festival de Curtas
Local: Associação Cultural Escrava Anastacia no Monte Serrat.

Quarta (29/10)

12h30min: Apresentação teatral “O Camelo, o Leão, a Criança e o Trocadilo”
Grupo Utu Suru Baco Smica
Local: Varandão do CCE

14h: Oficinas de artes circenses
Tecidos Acrobáticos e Aéreos (acrobacias) – Oficineiro: Alisson Airam
Bambolê costumizado – Oficineiro: Calini Detoni
Local: Bosque do CFH

18h30min: Apresentação “Causos do Frankolino” + Debate: Folclore e cultura popular
Com Andréa Rihl e Fundação Franklin Cascaes. Elaine Tavares – Iela
Local: Hall da Reitoria

Quinta (30/10)

12h30min: Apresentação da banda Eilen
Local: CCA, bairro Itacorubi

14h: Oficina de costumização e reaproveitamento de materiais
Oficineiro: Coletivo UEBA
Local: Hall da Reitoria

18h30min: Debate sobre Patrimônio histórico, arte e cidade
Com Cripta Djan
Local: Hall da Reitoria

Sexta (31/10)

12h30min: Apresentação de Felipe Burgonovo
Local: Varandão do CCE

14h: Oficina de Artes Circences
Tecidos Acrobáticos e Aéreos (acrobacias) – Oficineiro: Alisson Airam
Local: Hall da Reitoria

17h – 5ª Edição do Café Ndimba no UFSTock
Realização do Coletivo Kurima Estudantes Negros e Negras da UFSC.
Local: Hall da Reitoria

Sábado (1/11)

Festival de bandas
16h – Indisciplina
17h – End of Pipe
18h – Batalha de MCs
19h – MC Eugenio
20h – Mohandas
21h – Movéis Coloniais de Acaju

Local: UFSC, Campus de Florianópolis, bairro Trindade

Domingo (2/11)

Festival de bandas
16h – Projeto Nosso Samba
17h – Benjamin
18h – Boi de mamão
19h – Carne Doce
20h – El Efecto
21h – Mombojó

Local: UFSC, Campus de Florianópolis, bairro Trindade

29/10 a 5/11

Exposições de artes visuais
Locais: BU, CSE e CCS

Mais informações no Facebook do UFSCTock 2014

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SIC 2014: pesquisa estuda parâmetros para melhor rendimento de células solares poliméricas
Publicado em 24 de outubro de 2014

A pesquisa do estudante de Física, Matheus de Mello, foi apresentada pela primeira vez no SIC da UFSC. Foto: Wagner Behr/Agecom/UFSC

A pesquisa do estudante de Física, Matheus de Mello, foi apresentada, pela primeira vez, no 24º SIC da UFSC. Foto: Wagner Behr/Agecom/UFSC

Matheus de Mello, estudante da quarta fase do curso de Física da Universidade Federal de Santa Catarina, abriu as apresentações orais da 24ª edição do Seminário de Iniciação Científica (SIC) da UFSC na última quinta-feira, 23. Orientado pela professora Marta Elisa Rosso Dotto, do Departamento de Física, a pesquisa “Estudo da dinâmica de formação de filmes poliméricos” teve como objetivo analisar características como morfologia, espessura e condutividade elétrica para a elaboração de células solares poliméricas com o melhor desempenho possível.

O estudante analisou os dados coletados no Laboratório de Optoeletrônica Orgânica e Sistemas Ansiotrópicos (LOOSA), espaço que se dedica ao estudo de sistemas orgânicos – como polímeros e cristais líquidos – para sua aplicação em dispositivos que transformam energia captada pela luz solar em energia elétrica.As células solares poliméricas são uma variedade de células fotovoltaicas que produzem eletricidade a partir da luz solar usando polímeros semicondutores – compostos químicos que possuem grande massa molecular e são formados a partir da repetição de pequenas unidades estruturais, os monômeros.Os polímeros semicondutores são a grande aposta para a maior incorporação da energia solar na matriz energética mundial. Eles apresentam grande potencial se comparado às células fotovoltaicas mais usadas – de silício cristalino –, por absorverem bem o espectro de luz visível. Além disso, possuem baixo custo de fabricação, são leves e flexíveis, podem ser fabricados utilizando técnicas mais simples e causam menos impactos ambientais. No entanto, as células solares poliméricas também possuem desvantagens: apresentam apenas 1/3 da eficiência das células de silício e são instáveis quanto à degradação pela luz e pelo oxigênio.

Em geral, as células solares poliméricas são produzidas a partir de uma mistura entre o polímero condutor PCBM (Phenyl-C61-Butyric acid Methyl ester) e o P3HT (Poly – 3-hexylthiophene-2,5-diyl -). Mello também utilizou esses polímeros em sua pesquisa, variando-os em proporção nas soluções depositadas nos filmes finos de cada célula solar. Ao analisar os filmes, percebeu-se que, ao variar as proporções de P3HT e PCBM, alterava-se o expoente de rugosidade, que corresponde a quão irregular é a superfície da célula solar. Segundo a pesquisa, células solares com menor rugosidade apresentarão melhor qualidade e rendimento, pois quanto maiores as irregularidades da superfície, maior será a reflexão da luz em oposição à sua absorção.

Sexta-feira, 24, é o último dia de atividades da 24ª edição do SIC da UFSC. As apresentações orais e as exposições de banners acontecem no 2º andar do Centro de Cultura e Eventos da Universidade.

Laura Fuchs/Estagiária de Jornalismo/DGC/UFSC

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Pesquisadora avalia sobrepeso em técnicos-administrativos da UFSC
Publicado em 24 de outubro de 2014

grafico1e2Estudo desenvolvido no Programa de Pós-Graduação em Educação Física (PPGEF) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) mostrou que 64 entre 100 técnicos-administrativos em Educação (TAEs) da Universidade apresentam excesso de peso. A pesquisa analisou 615 servidores – 283 homens e 332 mulheres – e foi conduzida por Juliane Berria, que produziu sua dissertação a respeito do tema. Três índices foram utilizados para medir se os técnicos estavam com o peso adequado: a Circunferência da Cintura (CC) e a Relação Cintura e Estatura (RCEst) determinaram o acúmulo de gordura na região abdominal; o Índice de Massa Corporal (IMC), a obesidade de maneira geral.

O IMC estava acima do ideal em 63,6% dos homens e 49,7% das mulheres. Os números mais altos do RCEst foram encontrados em homens, enquanto que as mulheres tiveram índices maiores na CC. Cerca de 33,2% dos pesquisados e 34,3% das pesquisadas apresentaram as três medidas acima do normal.

Os grupos considerados de risco foram os servidores com mais de 40 anos: nos homens, por exemplo, a menor prevalência de excesso de peso foi observada naqueles que pertencem a níveis econômicos intermediários ou altos. A pesquisadora explica que isso ocorre porque pessoas com melhor condição financeira têm mais acesso a exercícios físicos, boa alimentação e condições melhores de saúde. Já nas mulheres, a maior ocorrência de sobrepeso foi nas casadas, e o índice RCEst teve menores números nas que possuem oito anos de escolaridade ou menos.

Outros pesquisadores da UFSC desenvolvem a EpiFloripa, um estudo com o objetivo de analisar as condições de vida de moradores de Florianópolis. Em 2009, o estudo determinou a obesidade dos habitantes da capital. Juliane usou esses dados para fazer um comparativo e constatou que a média de técnicos com obesidade abdominal era superior à de florianopolitanos.

No levantamento de 2009, os pesquisadores da área de saúde concluíram que os maiores índices de obesidade eram em mulheres com menos de quatro anos de escolaridade, e as maiores taxas de obesidade abdominal, em mulheres de classe baixa. A pesquisa com os TAEs também avaliou a prática de atividades físicas e a alimentação. Os dois índices foram considerados muito bons, isso porque foi analisada a prática de atividades e não de exercícios físicos. Enquanto as atividades são feitas no cotidiano, como caminhar de casa para o trabalho, os exercícios são práticas regulares importantes para a saúde, em especial de pessoas que já tem índice alto de obesidade.

Quando à alimentação, o levantamento foi feito com base na percepção das pessoas sobre seus hábitos alimentares, classificados por elas como adequados ou inadequados. O estudo foi feito com os técnicos, pois se buscava analisar a influência do local de trabalho na obesidade. “Muitas vezes, o ambiente de trabalho limita a possibilidade de atividade física; em outras circunstâncias, gera muito cansaço – então, quando as pessoas vão para casa, acabam sem motivação para buscar a prática de um exercício físico regular”, explica a pesquisadora.

Dados do Ministério da Saúde apontam que o excesso de peso atinge 50,8% dos brasileiros. De acordo com Juliane, essas pessoas, em geral, têm tendência a desenvolver outras doenças, como hipertensão e diabetes, o que é associado à queda da produtividade no trabalho e aumento das faltas. A solução, para a pesquisadora, seria uma ação multidisciplinar que envolvesse mudança comportamental, como reeducação alimentar e prática de exercícios. “Deveria ser um trabalho oferecido a todos os servidores, não só aos acima do peso, para que as pessoas dentro de uma faixa de IMC adequada não venham a desenvolver esse problema”, opina. grafico3

 

Mais informações: Gesad - http://gesad.ufsc.br/ ou (48) 3721-7696

Tamy Dassoler/Estagiária de Jornalismo/DGC/UFSC

Ana Carolina Prieto Estagiária de Jornalismo/DGC/UFSC

Claudio Borrelli/Revisor de Textos da Agecom/DGC/UFSC

Imagem destaque: internet

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Agenda Cultural: cineasta Zeca Pires participa dia 30 da exibição e debate do filme ‘A Antropóloga’
Publicado em 24 de outubro de 2014

A-AntropologaDia 30 de outubro, às 18h30min, a Biblioteca Central da UFSC exibirá o filme “A Antropóloga” (Zeca Pires, 2011), no auditório Elke Hering. O comentarista convidado é o cineasta catarinense Zeca Pires. A sessão integra a programação em comemoração à Semana Nacional do Livro e da Biblioteca. Entrada gratuita.

Sobre o filme

Costa da Lagoa, reduto açoriano na ilha de Santa Catarina. Malú (Larissa Bracher) tem 33 anos e realiza no local sua pesquisa de doutorado na área de etnobotânica. Com dona Ritinha (Sandra Ouriques) ela aprende a cultura mística que os descendentes açorianos mantêm viva. Ao acompanhar o tratamento com ervas aplicado em Carolina (Rafaela Rocha de Barcelos), Malú subitamente tem contato com o sobrenatural. Ela passa a enfrentar o ceticismo científico, e tenta provar a experiência que vivenciou.

Sobre o diretor

José Henrique Nunes Pires, cineasta catarinense que abriu portas, e vem construindo e conquistando com seu currículo um lugar de destaque na história da produção cinematográfica de Santa Catarina. Diretor de dez filmes, entre documentários, curtas e longas-metragens, o cineasta é natural de Florianópolis. Possui formação acadêmica nos cursos de Jornalismo/UFSC, Administração/ESAG, mestrado no Curso de História e é doutorando em Engenharia de Produção, ambos pela UFSC, na área de mídia e conhecimento, com a temática Cinema Digital. Zeca Pires foi um dos fundadores da Cinemateca Catarinense/ABDSC e um dos criadores do Curso de Cinema e Vídeo da Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul). Produz curtas desde a década de 1990, e a maioria de seus trabalhos tem um forte vínculo com a cultura popular do Estado, entre os quais destacam-se: co-direção, juntamente com Norberto Depizzolatti, no curta-metragem Manhã (1990) e no documentário Farra do Boi (1991).

Mais informações: (48) 3721-2465

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Professor Wolfgang Dietrich faz palestra na UFSC na próxima quarta-feira
Publicado em 24 de outubro de 2014

Wolfgang Dietrich é detentor da Cátedra Unesco de Estudos para a Paz  e diretor do Programa de Mestrado em Paz, Desenvolvimento, Segurança e Transformação de Conflitos da Universidade de Innsbruck, na Áustria. Também é  membro da comissão austríaca da Unesco. O evento é no dia 29 de outubro, das 19h às 21h, no Auditório do CFH. A entrada é gratuita e não é necessária inscrição antecipada.

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Seleção de tutores para curso a distância em Educação, Pobreza e Desigualdade Social
Publicado em 24 de outubro de 2014

O Curso de Especialização em Educação, Pobreza e Desigualdade Social abre inscrições, de 4 a 14 de novembro, para seleção de tutores do curso a distância, oferecido pelo Departamento de Estudos Especializados em Educação, do Centro de Ciências da Educação (CED) da UFSC. São 16 vagas, 20 horas semanais

Mais informações no site do curso http://educacaopobrezaedesigualdadesocial.nute.ufsc.br  e no Edital.

Contato: tutores.epds.ead@contato.ufsc.br

 

 

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Agenda Cultural: peças ‘O Ovo’ e ‘Fando & Lis’ neste final de semana no Teatro da UFSC
Publicado em 24 de outubro de 2014

Os espetáculos O Ovo e Fando & Lis, produzidos pelos alunos do curso de Artes Cênicas da UFSC, retornam ao palco do Teatro da UFSC, neste fim de semana. As apresentações são abertas à comunidade, e a entrada é gratuita.

O Ovo será reapresentado nesta sexta-feira, 24 de outubro, às 20h, e faz parte da programação do Festival Isnard Azevedo. Os ingressos, limitados, serão distribuídos 30 minutos antes do inicio da peça.

Fando & Lis será reapresentado neste sábado e domingo, 25 e 26 de outubro, às 20 horas. Ingressos limitados. Reservas pelo e-mail daadeixa@hotmail.com.

O Teatro da UFSC está vinculado ao Departamento Artístico Cultural (DAC), da Secretaria de Cultura (SeCult) da Universidade. 

O Ovo

Teatro, O Ovo (14)- WEB800A reflexão

Um tempo que não foi, que não aconteceu; um tempo parado na mais profunda vaidade; uma espera que se perdeu, que não ocorreu – que bom que terminou. E o sol da nova manhã desvela outras clareiras. Nada como um dia após o outro. É agora?

O Ovo propõe questionar a condição humana. Para tanto, Valquiria Vasconcelos da Piedade compôs a dramaturgia através de textos de Friedrich Nietzsche (Assim Falou Zaratustra), Martin Heidegger (Construir, Habitar, Pensar), Dostoiévski (Crime e Castigo) e algumas fábulas de Esopo. Por meio de uma perspectiva trágica da dramaturgia, optou-se por uma estética que se aproxima do teatro do absurdo. A principal discussão do texto permeia a relação do homem com a verdade e o tempo e também a dos homens entre si.

A peça mostra a delicada relação entre as pessoas; a fraqueza e a vaidade entre os homens; a luta absurda para dar sentido às coisas e a necessidade igualmente absurda de alcançar a verdade.

O ovo como metáfora permite questionar o nascimento, a vida, a morte, o novo, o velho, a verdade, as verdades, a esperança, o medo daquilo que vem e daquilo que não vem, entre outras questões.

Faixa livre com filosofia

A montagem, com duração de 50 minutos, é dividida em oito cenas, e seu sentido se dá pela repetição absurda dos ponteiros do relógio. A faixa etária é livre. Embora os textos carreguem uma densidade filosófica, os alunos-atores buscam simplificar na representação, para, justamente, dar acesso aos que têm e aos que não têm uma bagagem de filosofia.

Ficha Técnica

Texto: Valquiria Vasconcelos – arranjo de fragmentos de Bertolt Brecht, Blaise Pascal, Friedrich Nietzsche, Martin Heidegger, Vitor Hugo, Dostoiévski, Esopo e uma esquete de Alcione Araújo.
Direção: Valquiria Vasconcelos.
Assistente de Direção: Alessandro Bem.
Produção e Sonoplastia: Alessandro Bem, Donnie Seabra e Valquiria Vasconcelos.
Identidade Visual: Alessandro Bem e Valquiria Vasconcelos.
Elenco: Anna Lia Sant’Anna, Bianca Gonçalves, Bruno Miguel Leandro, Dai Cavalli, Lidiane Mesquita e Susan Monteschio.
Orientação:Daniel Alberti e Fábio Salvatti.
Servidores técnicos: Gabriel Guedert, Guilherme Rosário Rotulo e Rachel Teixeira

Fando & Lis 

Fando & Lis - Foto por Bruna Todeschini, WEB800 1Adaptação do texto homônimo, escrito pelo dramaturgo espanhol Fernando Arrabal, o espetáculo estreou em julho deste ano e volta para mais sete apresentações nas próximas semanas. 

“Mas eu vou morrer e ninguém vai se lembrar de mim”. Dessa maneira Lis profetiza seu fim inevitável e insere todos no inquietante universo criado por seu noivo, Fando, como prova única de seu amor a ela. Ele é o guia principal de uma viagem repleta de sensações, que oscila entre o amor e o ódio, e mergulha seus passageiros em um mundo repleto de surpresas.

A utópica cidade de TAR une todos os personagens dessa curiosa trama, emaranhada pela aparição de três estranhas figuras: Namur, Mitaro e Toso. Lis e todo o público são conduzidos por um mundo absurdo, mas que, por vezes, pode não se distanciar tanto de nossa única e cruel realidade.

Fando & Lis faz o público questionar o amor e a própria existência: uma viagem em constante movimento, que leva o público a percorrer caminhos misteriosos. Aqui o amor é questionado e desmantelado diante dos olhos confidentes de todos os passageiros do carrinho de Fando.

Ficha Técnica

Texto: Fernando Arrabal
Direção: Francielly Cabral e Leandro Batz
Elenco: Aline Helena Elingen, Bruno Santos, Gabriella Bergamo, Igor Gomes e Mantra Santos
Orientação: Marília Carbonari
Servidores Técnicos: Gabriel Guedert, Guilherme Rosário Rotulo, Luciano Bueno e Rachel Teixeira Dantas
Realização e apoio: Grupo Dáadeixa, UFSC, SeCULT, Centro de Comunicação e Expressão (CCE), Pró-Reitoria de Administração (Proad), Departamento de Artes e Libras (DALi) e DAC.
Fotos: Bruna Todeschini

Serviços:

O Ovo

Quando: 24 de outubro (sexta-feira), às 20 horas
Quanto: gratuito e aberto à comunidade. Ingressos limitados e serão distribuídos 30 minutos antes do inicio da peça
Onde: Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha, praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis
Classificação indicativa: Livre
Contato: produção: (48) 9699-7883

Fando & Lis

Quando: 25, 26 e 31 de outubro; 1º e 2 de novembro, às 20 horas
Quanto: gratuito. Ingressos limitados. Reservas pelo e-mail: daadeixa@hotmail.com
Onde: Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha. Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis
Classificação indicativa: 16 anos

Visite: www.dac.ufsc.br 

Fonte: [CW] DAC/SeCULT/UFSC, com texto e fotos dos grupos

Claudio Borrelli / Revisor de Textos da Agecom / Diretoria-Geral de Comunicação/ UFSC

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Professor de Sociologia da Universidade de Lancaster palestra dia 27 no CFH
Publicado em 24 de outubro de 2014

O Instituto de Pesquisa em Riscos e Sustentabilidade (IRIS) da UFSC, convida para a palestra “(In)visibilidade da mudança climática e da transição para uma sociedade de baixo carbono: o caso da inovação da mobilidade urbana elétrica”, com David Tyfield – director and reader in Environmental Innovation and Sociology, International  Research & Innovation Centre for the Environment (I-RICE), Guangzhou, China, Lancaster University -, 27 de outubro, das 9h30min às 11h, no miniauditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH).

Apoio: Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas

Mais informações: www.iris.ufsc.br / www.ppgich.ufsc.br/

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SIC 2014: Departamento de Arquitetura e Urbanismo realiza projeto para uma sociedade mais sustentável
Publicado em 24 de outubro de 2014

Felipe Ferraz de Miranda, estudante da 11ª fase do curso de Arquitetura e Urbanismo, apresentou na quinta-feira, 23 de outubro, na sala Aroeira do Centro de Cultura e Eventos, seu trabalho no 24º Seminário de Iniciação Científica (SIC) da UFSC. O graduando faz parte do grupo de pesquisa “O Solar Decathlon e o ensino de arquitetura para uma sociedade mais sustentável”, e sob a orientação do professor Jose Ripper Koscriou um dispositivo de automação que auxilia no desenvolvimento de uma arquitetura que incentiva os usuários a morar de um modo mais sustentável. Felipe participou da formatação e da arquitetura do software, que possui o seu desempenho e as suas relações em torno do meio ambiente.

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Felipe Ferraz de Miranda. Foto: Henrique Almeida/Agecom/UFSC

O objetivo da pesquisa é que, partindo da educação das pessoas em relação à sustentabilidade, consiga-se realizar esta arquitetura inovadora: “Nossa preocupação era o que poderia ser feito pra realmente ter uma casa e uma engenharia mais sustentável, de que modo os dados seriam usados e o que realmente valeria a pena mostrar ao usuário pra ter um melhor conhecimento da arquitetura e dos aspectos climáticos”, comenta Felipe.

Para o pesquisador o interesse pela iniciação cientifica deve-se à sua afinidade com o assunto. Felipe relata que acha importante a pesquisa como desenvolvimento da arquitetura nessa parte tecnológica que se dá a partir da integralização com a engenharia.

Genaína Baumart/Estagiária de Jornalismo/DGC/UFSC

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